segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O Homem é o Lobo do Homem

" há mais mistérios entre o céu e a terra que supõe a nossa vâ filosofia "
Shakespeare

Passado mais de um ano, é caso para perguntar: o que foi feito? Como o agravamento da nossa degradação social demonstra, foi feito NADA! Por isso permanecemos mais desesperados, com menos esperança, sem ver caminho para o futuro, mais reféns de toda esta infâmia!
Isto não pode continuar assim. Esta luta é de todos, ou nunca será vencida!
Segundo indaguei, junto de jornalistas, e tem sido confirmado, de forma velada, por alguns comentadores televisivos, este documento começou por ser enviado às entidades nele referidas, no primeiro semestre do ano de 2003. Depois foi enviado a todos os órgãos de comunicação social e agências noticiosas. Tendo sido, igualmente, ignorado, apesar da gravidade (e verosimilhança) do seu conteúdo. Finalmente, foi publicado num “blog” conhecido pelo nome de “MUITO MENTIROSO”.
Como, até agora, apesar de ser facilmente constatável a veracidade do seu conteúdo, (que transparece, todos os dias, na nossa negra realidade) não mereceu a atenção que merece, como se pode verificar pela continuidade desta nossa escabrosa realidade, de todos os dias, aqui fica, novamente, à atenção de todos. Solicito que sejam feitas cópias e enviadas a todas as entidades e a todos os endereços de “e-mail”, dos vossos contactos.
Não pode ser assim! Um documento tão importante não pode ser ignorado, enquanto a nossa vida comum se continua a degradar, devido às situações escandalosas que relata e em que "tropeçamos" todos os dias. Esta bandalheira tem de acabar!
Relatório do GOVD
Que dizem integrar elementos da PJ e SIS
Transcrição:

“Para:
Presidente da República / Primeiro-ministro / Ministra da Justiça / Procurador Geral da República / Juiz Rui Teixeira / Presidente do PSD / Dr. Pedro Santana Lopes (PSD) / Secretário Geral do PS / Presidente do CDS // Secretário Geral do PCP / Dr. Francisco Louça (BE) / Dr. Adelino Salvado, Director Nacional da PJ,

Somos o GOVD – Grupo Operacional de Vigilância Democrática. Somos um grupo de cidadãos, homens e mulheres, que integre também vários profissionais das Polícias e Serviços Secretos Portugueses. Somos democratas e defendemos um Estado de Direito, em que as polícias devem estar ao serviço da comunidade, para proteger o Estado e os cidadãos. Para isso têm que estar ao serviço duma Justiça Verdadeira. Somos contra a corrupção, extorsão, calúnias e contra o uso do crachá para benefícios próprios… Infelizmente, somos necessários e temos que usar a clandestinidade.
Em relação ao processo “Casa Pia”, chegou a altura de dizer “BASTA!” e denunciar a teia que se construiu à volta de alguns cidadãos inocentes; e que continua a ser “tecida” com os dados viciados, de algumas pessoas da Polícia Judiciária (constituídas em Associação Criminosa, com ramificações a várias actividades ilícitas) e do Ministério Público.
Os verdadeiros pederastas e traficantes andam à solta, na Casa Pia, no Governo, na Comunicação Social, na Magistratura e na Alta Sociedade. Este processo chegou a uma situação insustentável e sinistra. Por isso decidimos actuar! Por enquanto, junto de altas entidades responsáveis; seguidamente iremos para a Comunicação Social Portuguesa e estrangeira.
Comecemos, este relatório, pelo ano de 1996:
Uma brigada da PJ, chefiada por Ana Paula, descobre criminalidade pedófila, no Parque Eduardo VII e nos Jerónimos, com envolvimento, preponderante, de alunos da Casa Pia, de várias idades. A actual coordenadora de investigação criminal, Rosa Mota, tentou parar a investigação, dizendo, a Ana Paula, que era uma questão “muito perigosa”. Esta, no entanto, continuou; e organizou um ficheiro dos miúdos. Repare-se que, neste ano, já Pedro Strecht “acompanhava” os alunos da Casa Pia. Os miúdos mostraram casas no Restelo, Cascais e Coruche. Um deputado europeu foi apanhado em flagrante. Ana Paula recebeu “ordens” para “esquecer o sujeito”. Não obedeceu totalmente e, como consequência, os elementos que trabalhavam com ela foram perseguidos, acabando por pedir transferência. Mesmo assim, Ana Paula ainda descobriu muito, de muitas figuras, e também filmes domésticos. Foi afastada da Brigada e “posta na prateleira”.
Quatro ou cinco anos mais tarde, (no início deste século, portanto) foi “apertada” pelo Dr. Rui Pereira, Director do SIS, e pelo chefe Basílio, também do SIS, que queriam “informações” sobre o caso dos miúdos. Basílio queria elaborar um dossier que estabelecesse a ligação entre políticos do PS, figuras ligadas a esse partido, e a homossexualidade. Ele, e colaboradores, andaram a entrevistar miúdos e adolescentes, nas zonas de prostituição masculina e nas cadeias. Chegavam a mostrar fotografias. Depois deste “aperto”, Ana Paula pediu a transferência para o terrorismo.
Depois de colocarem Ana Paula “na prateleira”, nomearam Dias André. Este enriqueceu rapidamente, comprando mesmo uma moradia, no valor de cem mil contos. A sua ligação ao tráfico de droga, “oficial”, dentro da PJ e/ou a chantagem com material pedófilo, justificam bem o seu valioso património actual (oficial e clandestino), que está muito acima do milhão de contos. De sublinhar que tem mesmo um processo por extorsão. Este património é, no entanto, inferior ao de Dias Costa (reformado tão depressa), ao do seu chefe Paulo Rebelo (vários milhões de contos), que é afilhado de Laborinho Lúcioi, Luís Neves Baptista, Ilídio Neves Luís, etc. Este é outro “filme”, com actores que são comuns.
Quando foi nomeado, Dias André mandou retirar, rapidamente, o “dossier do Parque”. Entretanto, “desapareceu” também, um conjunto de fotografias de miúdos nus, numa residência situada em Cascais, onde foi assassinado um indivíduo do “jet-set” (Burnay). Dias André terá, no entanto, guardado parte do ficheiro, que está agora atentar utilizar no Processo Casa Pia, para forjar provas e para encontrar jovens que testemunhem, com mentiras.
O que é notável é que Dias André foi suspenso por extorsão (trabalhando em conjunto com o seu irmão da PSP) e, mesmo suspenso, frequentou o curso para a chefia. Dependendo (só em teoria, porque ele próprio afiram que manda nela) da coordenadora Rosa Mota, pediram-lhe para levantar a suspensão. Fizeram este “pedido”, à coordenadora, entre outros, o Dr. Gonçalves Pereira e Bonina, o Procurador-Geral e adjunto Agostinho Homem e o Juiz Desembargador Trigo de Mesquita (sorteados para analisar os recursos de Carlos Cruz e Paulo Pedroso, como nos sorteios dos árbitros de futebol).
Foi o Dr. Fernando Negrão, apoiado pela Dra. Leontina, que ainda é Sub-directora, quem manteve a suspensão. Pagaria caro, mais tarde, pela mão do Dr. Cunha Rodrigues.
Dias André foi “introduzido”, no meio jornalístico, por Moita Flores e pelo inspector-chefe Teixeira. Assim conheceu a sobrinha de Cunha Rodrigues, no Diário de Notícias (que veio a ser testemunha-chave, contra o Dr. Fernando Negrão); Jorge Soares, do Correio da Manhã (que tem, hoje, como “braço armado”, Octávio Lopes, com a cumplicidade de Octávio Ribeiro); Felícia Cabrita, do Expresso e da SIC; Paula Crvalho, do Público. Entretanto, um tal Câmara, do Diário de Notícias, foi identificado pelos miúdos. O caso (mais este) também foi “abafado”. A Paula Casou com um elemento da Brigada. São visita da casa de Pedro Strecht.
Felícia Cabrita, dormindo com o inspector-chefe Teixeira e com Orlando Romano, foi autorizada a acompanhar a Brigada de Homicídios. Começou assim, Felícia Cabrita, (muito através da sedução, como ela própria confessa, publicamente) a ter responsabilidades e protagonismo na “criação” de factos e de histórias, que vêm a culminar no Processo Casa Pia, actuando como “braço direito” de Dias André, com quem anda, frequentemente, no carro da PJ e não só.
Depois de Cunha Rodrigues ter “abatido” Fernando Negrão e “escondido” muitos processos da Alta Autoridade Contra a Corrupção (quando esta foi extinta), estes foram utilizados, como chantagem, sobre muitas pessoas da vida política, económica e financeira. Rosa Mota e Dias André são catapultados para o topo.
O Dr. Bonina faz uma reestruturação e, para surpresa de todos na PJ, Rosa Mota é colocada nos “crimes sexuais” sem qualquer experiência de investigação (o seu currículo era mais de colaboração com a Interpol). Assim, fica nas mãos de Dias André, que ela, estranhamente, leva consigo, transformando-se, rapidamente, em sua “marioneta. Leva-o para todas as reuniões e é ele quem fala. Perdeu todo o respeito da PJ e é, hoje, motivo de galhofa. Dela se contam várias histórias e anedotas, nomeadamente sobre a sua vida sexual de lésbica.
Dias André é perigoso! Lança mão de todos os meios, principalmente os ilícitos, para atingir os seus fins. Desobedece, livre e impunemente, aos Chefes e Directores. Chegou a gabar-se de “estar a fazer a cama” à sub-directora Dra. Leontina, que foi, durante muitos anos, coordenadora dos crimes sexuais, inclusivamente quando aí trabalhava o agente Caetano (que interveio no processo de 1982, da casa de Jorge Ritto).
Caetano cumpriu, entretanto, oito anos duma pena de doze, por extorsão. Suspeita-se que, recentemente, tenha recebido bastante dinheiro, de Dias André, para dizer que os miúdos que referiram Carlos Cruz, em 1982, eram credíveis. Mas a história é outra: ele disse, aos colegas antigos, que “os putos tinham tentado incriminar figuras públicas, como Carlos Cruz, mas era tudo mentira”. Até conseguiu identificar, segundo contou, o indivíduo que se fazia passar por Carlos Cruz, porque achava graça que os miúdos o confundissem.
Dias André gosta de beber. E, “com os copos”, fala bastante. Foi “com os copos” que disse, a quem o quis ouvir, que: “graças ao Moita Flores, tinha encontrado, no Alentejo, um processo antigo, que provava que, o grande amigo e assistente de Carlos Cruz, “comia” putos”. E, também “com os copos”, disse, a um colega, que andava atrás de Carlos Cruz.
Em Janeiro de 2003, Dias André disse, à Dra. Isabel Polónio, que ia fazer prisões. Que ia “tirar o ar” às suas vítimas, para que elas reagissem. Os que “se mexessem” eram presos.
Felícia Cabrita já tinha o “seu papel” definido: criar situações e controlar a publicação de notícias, para intoxicar; baralhar para confundir. Também nessa altura, esta “jornalista” teve um encontro com o Eng. Paes do Amaral, patrão da TVI (ligação à Moderna, lavagem de dinheiro, ligação à Colômbia e homossexualidade). Tinha, assim, na mão a TVI e o Portugal Diário na Internet, que começaram a contradizer o que tinham ouvido antes, sobre a inocência de Carlos Cruz, nos depoimentos já obtidos.
Diz-se mesmo (não confirmado) que existem fotos de Paes do Amaral com miúdos. Por isso é chantageado e chantageável. Paga, e põe a TVI ao serviço da “jogada”. Entrou em “pânico” quando soube que Sá Fernandes (avençado da TVI) ia ser odvogado do apresentador. Ele, Dias André, João Guerra, Catalina Pestana e Octávio Lopes, tentam retirar Sá Fernandes da defesa de Carlos Cruz.

As “estratégias” das duas prisões de 31 de Janeiro de 2003
Com Hugo Marçal foi usada a “técnica” de o assustar: com várias ameaças, pelo telefone. Mas, ao contrário do que se esperava, Marçal não fugiu.
De Ferreira Dinis encarregou-se Felícia Cabrita, que levava dois planos: pagou a um miúdo para bater à porta do médico. O miúdo receberia mais, se chegasse a ter alguma intimidade com Dinis. Não resultou. E parece que há testemunhas que foram à PJ declarar que viram, a Cabrita, a pagar. Resta saber onde estão estes depoimentos.
Felícia avançou, então, para o “plano B”: simulou que a estavam a tentar atropelar (como foi visto na SIC). O miúdo, assustado, confessou conhecer, a Cabrita, através de Dias André.
Quanto a Carlos Cruz, a Dra, Isabel Polónio deu conhecimento ao Director, Dr. Artur Pereira. Dias André não contava com isso. Aquele convocou uma reunião para o dia 30 de Janeiro. O duo Rosa Mota / Dias André, não levou o processo. Limitaram-se a dizer que três testemunhas reconheciam Carlos Cruz e que o Ministério Público já tinha decidido passar os mandados de detenção. O Dr, Artur Pereira “não engoliu”. Disse que as provas eram insuficientes e que a investigação devia prosseguir.
Também se falou de Políticos e Ministros e o Director Nacional foi informado. Dias André, com a sua arrogância, irritou o Dr. Artur Pereira, que deu uma ordem: _ “nada de detenções; nada de vigilâncias ou de seguir pessoas, até prova credível.
Nessa noite, reuniram-se, de emergância, Rosa Mota, Dias André, Moita Flores e Felícia Cabrita. E ainda nessa noite, Dias André reuniu-se com o Dr. Agostinho Homem, procurador-geral adjunto.
No dia 31, “o duo” foi falar com o Dr. João Guerra, no DIAP. Fizeram “queixa” da Direcção Geral da PJ, que diziam querer proteger Carlos Cruz. Nesse dia, essa versão foi “vendida” ao Procurador Geral. Este resolve falar com o Director Geral da PJ apenas na segunda-feira, já depois das detenções. O DIAP, depois de grandes discussões, avocou o processo; e o Dr. Adelino Salvado (contra as instruções da ministra), com medo, não se sabe de quem, ou de quê, destaca funcionários. O Dr. João Giuerra passa a ter instalações e carros da PJ. Quando lhe são recusados mais meios, ameaça a PJ, acusando-a de “colocar entraves à investigação”. Não esquecer que é paranóico e esquizofrénico. E também violento, como o provam as queixas da sua mulher, que chegou a agredir enquanto grávida. O seu processo de divórcio é um monumento ao sadismo. Tem um “estranho” ascendente sobre Souto Moura. Não se sabe porquê, mas o PGR teme-o.
Na PJ, sabe-se que “a bronca vai estoirar”. Há “ratos” que “querem abandonar o barco”.
Carlos Cruz foi preso, no Algarve, no meio de uma “comédia” inventada por Dias André, com a aprovação de Rosa Mota, assim:
À porta de casa de C. Cruz, estava, de vigia, o inspector José Carlos Rualde. Quando viu o jipe sair, com alguma bagagem, deu o alarme de que Carlos Cruz ia fugir. Como não conduz, só meia hora depois saiu uma mota, de Lisboa, com o inspector Macatrão que, para recuperar o atraso, teve de ir a mais de 200 km/h. Rosa Mota avisou a GNR. Como, mais tarde, este inspector quis desmentir que Carlos Cruz fosse a 200-250 Km/h, foi transferido, da brigada de vigilâncias. Esta mota tem “via-verde” e os telemóveis, utilizados nessa noite, estão em nome da Polícia. Não sabemos se os extractos estão guardados, ou se, como é normal, quando convém, “desapareceram”.
A partir desse dia, Felícia Cabrita selecciona as notícias e as “fontes”, como estava planeado; mesmo as que eram para ser publicadas noutros jornais, como o DN e o Público (conforme ligações já descritas). Assim apareceram as notícias sobre “os movimentos de grandes somas de dinheiro, para o Brasil”, que terão sido referenciados, à Cabrita, por Carlos Mota, que, afinal, eram pagamento de impostos; bem como “os cartões de crédito, numa lista do FBI, para pagar “sites” com materiais pedófilos e pornográficos”. Existia, nessa lista, um cartão em que dois dos nomes coincidem, mas Dias André sabia que não era Carlos Cruz. Até já tinha consultado a UNICRE, antes da detenção.
Quando Carlos Cruz foi interrogado, pelo Juiz Rui Teixeira, o “processo” ainda não tinha as folhas todas. Ficou espaço, na numeração, para algumas, que era suposto corresponderem a depoimentos, que o incriminassem, que ainda não tinham sido recolhidos. Nos quinze dias seguintes à detenção, “desfilaram”, pela PJ, dezenas de potenciais testemunhas, a quem foi mostrada a fotografia de Carlos Cruz; e a quem foi perguntado se ele já os tinha “comido”. Este facto pode ser comprovado através das respectivas convocatórias; ou pelos verbetes de entrada, que são recolhidos, de novo, à saída, para arquivar. Isto, se ninguém “fez desaparecer” esta parte do arquivo, como já sabemos que é prática. Dentre estas “testemunhas”, há as que entraram na PJ, saindo do carro de Dias André.
Depois desta “triagem” “aperfeiçoaram” os depoimentos dos que “aceitaram” dizer que sim. Estes vivem ou dormem em casas que a PJ tem, permanentemente, alugadas, ou no Centro de Estudos Judiciários. Os seus depoimentos são treinados por Pedro Strecht, que é outra figura central sob ameaça. Nos depoimentos não há datas precisas, para não correr o risco de, nesses dias, Carlos Cruz poder demonstrar que estava noutros sítios. O Fábio (a quem chamam Joel), o jovem que denunciou o Bibi, foi marginalizado, inclusive por Catalina Pestana e pelo próprio Ministro Bagão Félix.
Um nome que não aparece, referido por estas “testemunhas”, é o do Juiz Caramelo, do Tribunal da Boa Hora. Estes miúdos gabaram-se, inclusive, que ele chegou a intervir, em julgamentos em que estiveram envolvidos, e que os absolvia, com medo de que “abrissem a boca”. Curiosamente, um dos grandes amigos do Juiz Caramelo, nesse tribunal, era o Juiz Trigo de Mesquita.
Todos os actuais prostitutos, que passaram pela Casa Pia, a referiram como “um grande bordel”!
Os interrogatórios feitos aos alunos da Casa Pia foram bastante violentos, ao contrário do que dizia Pedro Namora. Alguns recusaram-se a voltar à PJ, devido a esse facto. Dias André usava a “técnica” de dizer: “o melhor é confessares, porque o teu colega já contou tudo”; conjuntamente com a técnica do “polícia bom / polícia mau”, a interrogar e ameaçar Carlos Silvino, para o obrigar a afirmar que conhecia Carlos Cruz.
No início, chegaram a pôr a hipótese de apontar a casa de Carlos Cruz, como local dos abusos e orgias; mas desistiram, porque era demasiado arriscado, corria o risco de “não pegar”, vivendo ele com a mulher e a filha bebé. Chegaram a procurar fotos do interior da casa, em revistas da especialidade, para ser descrita pelas “testemunhas”.
A detenção está “cheia de falhas”, que foram planeadas: ninguém verificou se ele transportava remédios em quantidade suficiente; se levava passaporte, ou dinheiro suficiente, para evitar levantamentos que o denunciassem; se tinha agenda, o que ela continha; se levava muita roupa… Não lhe ficaram com o computador portátil; não verificaram o que continha; não foram logo a casa dele.
Dias André considerou “uma ideia brilhante” não fazer nada disso, porque podia depois assumir como falha, que permitira a “destruição” das provas. Chegou a afirmar: “só se fôssemos loucos é que íamos fazer buscas e apreensões, que iam estragar tudo”. É inconcebível tanto primarismo e ignorância juntos, num inspector da PJ; nem sabe que se podem ler ficheiros apagados.
Dias André tentou manipular fotos, de modo a conseguir alguma imagem, em que Carlos Cruz aparecesse com crianças, a partir, inclusivamente, dos ficheiros do “processo do Parque”, que ele possui, para fins privados. Estão a ser utilizadas algumas dessas fotos. O Director Nacional foi informado da “destruição” desses ficheiros, mas a única “testemunha” é Dias André e, eventualmente, Rosa Mota, o que dá no mesmo. Óptimo material para chantagem e extorsão, em que Dias André é “especialista”. Além de droga, é claro!
Por causa disto tudo, há uma rapariga que pediu para sair da “equipa”. Anda tão assustada que nem fala com os colegas. Suspeita-se que devido a ameaças do “duo” Dias André / Rosa Mota.
Nota: Moita Flores tem uma ligação estranha com Dias André; por um lado toma posições, públicas, de defesa da inocência de Carlos Cruz; por outro lado tem uma empresa que usa para “limpar” crimes, juntamente com o seu sócio e “líder espiritual” Marques Vidal. Tem um outro líder: um tal Santinho Cunha. Por exemplo, na Alexandre Herculano, há vários processos por corrupção, que estão “congelados”. Os patrimónios de Moita Flores e de Marques Vidal são incalculáveis. O primeiro acompanhou, desde sempre, ete plano de Dis André, Rosa Mota e Felícia Cabrita; parewce que tem alguma simpatia por Carlos Cruz, mas não hesitou em deixá-lo cair. Consta que o seu interesse, neste caso, era oferecer os serviços de “protecção” da sua empresa, a políticos do PS. Tentou, várias vezes, falar com Ferro Rodrigues, com esse objectivo. Como não conseguiu, Paulo Pedroso está preso. Tam,bem foram mostradas, aos miúdos, fotos de João Soares e de José Sócrates, pelo menos. Suspeita-se que estes tenham preferido pagar, para não ir fazer companhia a Pedroso, ao contrário de Ferro Rodrigues que, no plano inicial, é que seria o detido, em vez de Pedroso.
A ligação Dias André / Moita Flores vem de longe, bem como a “prestação de serviços” deste, a “limpar” crimes, a bom preço. Veja-se o caso de Eurico de Melo, a quem roubaram a pasta, com cartas comprometedoras sobre as suas actividades pedófilas e homossexuais.
Dias André e Moita Flores estavam entre os “tipos” que “encontraram” a mala. Quando este caso (Casa Pia) “rebentou”, Moita Flores apressou-se a escrever, no Diário de Notícias, que a mala era do Engº Sousa Gomes, e que apenas continha um discurso. Impõe-se perguntar: porquê escrever isto num artigo, que nem sequer estava inserido na crónica que tinha no DN? A resposta é óbvia: para proteger o seu “cliente” Eurico de Melo.

Vamos então a outra faceta desta história!
Já vimos que Carlos Cruz era alvo de Dias André, que disse que o ia “apanhar”, por o ter visto a chorar, na televisão. Por outro lado, as ligações, embora pontuais, a José Sócrates (euro2004) e a João Soares (eleições para a Câmara de Lisboa), colocam-no na área dos partidos políticos a desacreditar. Neste “filme”, ele é, afinal, “o homem errado, no tempo errado, no lugar errado”. Está inocente!
Dias André, Rosa Mota e Catalina Pestana contam, nisto tudo, com a colaboração de Pedro Strecht. Não sabemos se ele também está a ser chantageado, por Dias André, já que é homossexual, com alguns comportamentos pedófilos. Mais do que um dos alunos que “passaram” pelo seu consultório, nestes últimos seis anos, ou mais, lhe chamam “paneleiro”. Casou há pouco tempo, à pressa, parece que para disfarçar.
Paulo Pedroso é um “caso” planeado para servir os objectivos políticos duma certa “direita”, onde se inclui a protecção de Paulo Portas. Tudo leva a crer que estão envolvidos alguns indivíduos de “peso” envolvidos em pedofilia, como por exemplo (Engº Pães do Amaral, cujas ligações a Paulo Portas são antigas; Juiz Carlos Lobo, que partilhou, regularmente, a cama com Portas e o protege). A “zanga” com José Braga Gonçalves foi encenada, é falsa, para desviar as atenções o seu envolvimento na Moderna, para o “branquear”. Foi combinada entre Braga Gonçalves e o assessor de Portas, Pedro Guerra, homem que conheceu, no Independente, que tem também fortes ligações no Correio da Manhã.
A notícia do jornal “Le Point” é verdadeira. Paulo Portas é “Catherine Deneuve” e o outro ministro é Luís Filipe Pereira que, ao que consta, se prepara para sair do governo, como fez Valente de Oliveira.
Bibi confidenciou, a pessoa da sua confiança, que Portas, Filipe Pereira e Valente de Oliveira, eram clientes de Pedro Namora, que lhes “arranjava” jovens casapianos, até “rebentar a bronca”, principalmente às sextas-feiras. A alcunha de “Catherine Deneuve” deve-se ao facto de Portas costumar ter, no carro, uma cabeleira loira.
Dias André sabe que “a zona” de Bibi, como angariador e distribuidor, era mais o Parque Eduardo VII, onde actuava juntamente com as “testemunhas” João Paulo Lavaredas, Francisco Guerra, Mário Pompeu, Francisco Andrade e Mário Necho. Todos estes são prostitutos, proxenetas, traficantes de menores; e alguns também são traficantes de droga e toxicodependentes.
Consultando a ficha de Lavaredas, na Casa Pia e na PJ, onde tem cadastro, percebe-se que se trata dum jovem violento e perigoso. O inspector Fernando Baptista recebeu, em Março / Abril do ano 2000, uma proposta de expulsão da Casa Pia. Mário Pompeu disse, à mãe, ter sido pago para acusar Carlos Cruz; e disse, publicamente, que também iria receber para acusar Paulo Portas. Márcio Necho conhece, de facto, Jorge Ritto, mas nunca viu Carlos Cruz nessas “actividades”. Mantém contactos, estreitos, com Dias André, enquanto Francisco Guerra visita, com alguma frequência, o Bibi, pra chantagear. Entre chantagens, interrogatórios com ameaças de pena máxima e também com droga, Dias André e Rosa Mota mostraram, a Bibi, fotos de Valente de Oliveira, Narana Coissoró e Mota Amaral, tudo com a cumplicidade do advogado José Maria Martins. Preparam-se para obter um “parecer” psiquiátrico, que o dê como “incapaz”. Elementos da PJ testemunharão a seu favor. É que Bibi não é um “fim”! É apenas “um meio”, que está a falhar, porque não diz os nomes que “eles” querem.
O Dr. José Maria Martins, para ganhar fama e porque está muito bem pago pelas pessoas que financiam estas operações todas (há muito dinheiro da droga), é cúmplice! Insiste que Bibi deve voltar a ser internado, em Caxias, para ser drogado. Nesse estado (drogado), dirá, ou assinará, o que Rosa Mota e Dias André quiserem. Depois é dado como incapaz, internado, e sofre pena mínima. O médico do EPPJ tem-se oposto a esse internamento. Não se sabe até quando aguentará!
Voltando a Paulo Portas! Mais uma vez, funciona a “protecção” de Marques Vidal e de Moita Flores (que esteve ligado à Moderna e é maçon). O facto é que não aparecem depoimentos a acusar Paulo Portas; nem mesmo o que foi “prometido” por Mário Pompeu. O seu nome está a ser “protegido” a troco de quê? Qual é o pagamento? Os dois, Vidal e Flores, têm a seu cargo (e bem pagos) a preparação de vários aspectos da segurança do Euro2004. Aqui entra outro “personagem” que colabora com eles: Paulo Bernardino, que foi da DINFO (actual SIEDM). Controla mais informação que o próprio Caimoto Duarte. Dias André foi motorista de Paulo Bernardino e os dois contactam-se, frequentemente, para estabelecer “estratégias”.
Pedro Namora era, pelo menos até há poucos meses, “angariador” de jovens casapianos, para figuras importantes. O que é lógico! Só um maluco é que se “ia pôr nas mãos” de um “básico” como é Carlos Silvino. Seria um risco altíssimo. Com Namora há segurança!
Entretanto ninguém se admire se Marques Vidal for o próximo director do SIS. O “polvo” fica a controlar tudo. Cunha Rodrigues não faria melhor.

Conclusão:
O processo “Casa Pia” está todo inquinado, a “matéria” de acusação foi forjada! As pessoas minimamente informadas até o dizem, calmamente, à mesa dos restaurantes. Há pessoas inocentes presas.
Não sabemos se o Dr. João Guerra é cúmplice ou manipulado. Com as suas “obsessões” é facilmente manobrável. O juiz Rui Teixeira parece ser o enganado. Se assim for, será o último a saber.
As testemunhas são falsas, mentirosas, foram treinadas, pagas com dinheiro e droga, para mentir. Esta mesmas moedas, dinheiro e droga, também pagam Felícia Cabrita. Ela é, como se sabe, é público, alcoólica e cocainómana, em adiantado estado de dependência. Daí as suas intimidades com Pinto Balsemão, de quem também é fornecedora.
Um dos coordenadores, desta monstruosidade, é Dias André, que tem um “currículo” impressionante: 1- Falsificação de provas / 2 – Destruição de provas / 3. Extorsão / 4. Corrupção / 5. Desobediência às chefias / 6. Ligações ao tráfico de Droga.

A droga é outra “história” muito completa. É outro “polvo” que não acabou com a suspensão de dezena e meia de agentes da PJ.
Para “abrir o apetite” e alertar as entidades máximas, deixamos algumas pistas:
- Vários barcos vão a Marrocos comprar droga. Tudo pago pela PJ;
- Há civis envolvidos, no papel de “agentes infiltrados”, mas que são apenas provocadores, na distribuição;
- Fazem-se apreensões “espectaculares”, junto dos compradores que são angariados, pelo “infiltrado”. Setúbal e Aveiro são exemplos famosos. Assim a imagem “vendida” pela PJ, de si própria, é de “grande eficácia”.
- Desviam-se alguns quilogramas, antes de chegar ao armazém. É uma espécie de “comissão” para a equipa que “investiga com sucesso”. É a herança operacional de Dias Costa. Os seus herdeiros são: Paulo Rebelo, “afilhado” de Laborinho Lúcio e chefe de Dias André, Ilídio Neves Luís, Luís Neves Baptista, etc.
Perguntamos: quem é um tal Victor Ferreira, civil “infiltrado”, íntimo de Paulo Rebelo, de quem chega a conduzir o “Alfa Romeo”? A quem pertence o armazém da droga, da PJ, na Lourinhã?
Ficamos atentos, a aguardar os desenvolvimentos desta exposição. Se tudo se mantiver, como até agora, este documento será enviado a toda a comunicação social, portuguesa e estrangeira. Não aceitamos assistir, impávidos, ao “linchamento” de inocentes. Já se foi longe demais!


Assinado: -  GOVD - Grupo Operacional de Vigilância Democrática.

Nuno

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O País visto como uma EMPRESA 3


Portugal como Empresa

Acho que já deu para perceber um pouco da ilusão que é a politica, ilusão essa, criada pela noção de Democracia onde pelo o nome, o povo tem o poder mas que na prática, submete-se ao poder que delega em terceiros.

Os Estados Unidos são uma corporação, acho que isso já ninguém duvida mas tal como os Portugueses, a maioria dos Americanos não sabe que o seu Senado, também ele é uma Empresa.



A Casa Branca, também ela está registada como uma empresa;

O Reino Unido, era uma empresa que era cotada o ano passado como United Kingdon PLC e hoje é cotada como United Kigdom Corporation Lda.


Apesar de no final deste texto mostrar o argumento de 2 homens que lideram 2 grupos de investigação no Reino Unido e Canadá, podem também acompanhar a investigação desta senhora que sob o acto de livre acesso á informação resolveu questionar directamente o seu governo sobre se o Reino Unido é ou não é uma empresa.
A Resposta não nega nem confirma o que após muita persuação da parte dela pretendia, simplesmente a empurram para um outro departamento.

Se outros Países o são, Portugal também o deverá ser e se for, nós como cidadãos, temos o direito a  saber se o é, se está cotado, e se estiver, quem são os seus acionistas.
Teria lógica Portugal como uma empresa estar registado com a morada de um Tribunal, uma Instituição Pública ou Grupo Financeiro e por isso,tenciono continuar a informar-me acerca disto.

Com toda a certeza que teremos legislação e que ao abrigo de tal poderemos questionar o nosso Governo e instituições... podemos e devemos fazer-lo.
Em vez do " ah e tal não devemos " ; " ah...isso não pode ser verdade " ; " ah e tal isso não é assim tão simples "... Gostaria que alguém me desse umas ideias acerca das instituições por onde começar a enviar umas cartitas a pedir informações a este respeito, prometo que as publicarei aqui.
Eu gostaria de estar errado, pois para meter nojo já basta a venda de Dividas da Seg. Social a Grupos Estrangeiros.

Adiante...

Mas, se os Países são uma corporação, precisam de ter empregados...quem serão os empregados dessa corporação "País " ?
Ainda bem que fiz esta pergunta a mim mesmo como dizem os políticos fingindo surpresa !
A primeira coisa que vem imediatamente á cabeça será, os funcionários públicos, hum... serão?
Sim, é verdade,também mas não só...uma corporação é um grupo de empresa unidas sob de uma empresa mãe, sendo Portugal uma corporação, ela é a empresa mãe que incorpora todas as empresas em território nacional, por isso, os seus funcionários são...!
Todos os trabalhadores Portugueses e até mesmo os desempregados, pois estes recebem benefícios da empresa mãe e podem ser colocados a trabalhar.
Os funcionários em Portugal, como corporação, são todos aqueles com um Nº de Segurança Social, ou seja, todas as pessoas legais das quais se espera o pagamento de impostos e o cumprimento da legislação da corporação, dos decretos Lei e dos estatutos.
Tal como todas as empresas, quem quebra as regras é punido de acordo com a legislação em vigor dessa mesma corporação.

Para quem pensa que o funcionamento da Sociedade é um falhanço, eu respondo que ela funciona exactamente como foi planeada para funcionar , de uma forma defeituosa e controlada onde tudo é uma questão de perspectiva e do ser humano estar acordado ou não.

Por agora este tema irá ficar em stand-by, pois espero arranjar mais material,escrito e em vídeo, pois pretendo entrevistar, aqueles que se deixarem entrevistar, confronta-los, se eles estão ao corrente ou não desta situação e observar os 2 tipos de reacção.
A dos que sabem e escondem isto do público e a dos que para eles, será uma novidade muito desagradável como para mim foi.



Próximo capitulo - Em breve num Blog perto de sí

Nuno

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O País visto como uma EMPRESA 2


Voltando a carga...

Então como poderia ser a Assembleia da República uma empresa se Portugal não o fosse também?

Se contratamos uma empresa para gerir algo, esse algo, é no entanto uma empresa  também,como por exemplo,o nosso condominio.

Ao estar na Dun & Bradstreet , significa que são empresas abertas a investimento, quer seja directo ( Não cotadas em bolsa) ou indirecto ( em opções bolsistas) e isso não está em causa, o que está em  causa é que permite  investimento, particular ou corporativo e isso é sinal que estamos a falar de empresas ou corporações.
O serviço prestado pela Dun & Bradstreet é empresarial e por isso o argumento que a AR e outras instituições publicas são" teoricamente" ou "tecnicamente " empresas é argumento da tanga...porque não existe Investimento "" teorico ".
Esse é o principal serviço desta empresa, fornecer relatórios para investimentos.

As trocas na bolsa são muitas vezes feitas num nome opcional, o que acontece na maioria das opções bolsistas, se querem saber o nome usado para essas opcções, podem comprar o relatório de negócios dessa empresa nesse site.

Sinceramente não quero investir em nenhuma empresa Portuguesa por agora e por isso não irei dar os 350 euros para os dados de bolsa e relatórios mas aqueles que acham que o devem fazer ou se acharem que o que estou a dizer não corresponde á verdade, façam-no e vejam.
Por exemplo, as acções dos partidos políticos Ingleses são transaccionadas em nome de um diplomata e não no nome do partido.
Além das vantagens legais que um diplomata dá, há que manter a Ilusão.
Por exemplo, o Partido do trabalho é transaccionado sob o nome de " Alister Darling MP ", pois ao ver-mos estas acções na bolsa, o comun investidor não sabe se são de um partido, pois usam o nome do Diplomata, só quem conhecerá as regras e códigos o saberá.

Continuando...a única forma de um grupo empresarial decidir sobre os destinos de um País, é se esse país for uma corporação...Ou seja, Portugal é uma empresa sob qual todas as outras empresas se encontram.
A Assembleia da República é a empresa gerente e o Presidente da República é um observador em nome do povo, e esta é a única vantagem de ter um presidente, pois ele não é uma empresa e por isso ele não pode estar ligado aos partidos políticos, pois todos eles são empresas, todas as associações, firmas empresariais, sindicatos, lojas, empresários em nome individual, são empresas que podem estar isentas de impostos ou não, terem fins lucrativos ou não.

O Problema, ou melhor, a forma encontrada para contornar este impedimento é que o Gabinete da Presidência da Republica é uma empresa, logo, irá incluir qualquer pessoa que lá trabalhe.

O G.P.Republica e não só...

Procuradoria Geral República
No caso do Governo, ele é uma empresa rentável, pois recebe impostos de todas as outras empresas não isentas de impostos, bem como da população mas que por outro lado tem falhas administrativas ao gastar esses fundos, no entanto, como empresa sustentada directa ou indirectamente por 40 milhões de Portugueses ( 9 milhões cá e 31 imigrantes luso-descendentes ) tem garantias para obter empréstimos que partem da União Europeia ou de Bancos de Outros Países e onde essa dívida apesar de ser contraída por uma empresa, ela é nossa, pois é uma empresa que pede $$$$ em nosso nome, pois demo-lhes poderes para o fazer.

É por isso que a Divida externa é individual, é o total da divida do país dividir por nós, os habitantes, algo que no inicío deste seculo estava em 5.000 euros e já vai em 20.000 euros.

Porque motivo não nos dizem isto?
Vocês sabem que numas simples eleições poderiam ganhar dinheiro? Após um mandato desastroso do PSD quem mais poderia ganhar as eleições seguintes? Claro, o PS, pois em Portugal, a mama é alternada entre estes 2 partidos (??) se os partidos estão cotados em bolsa, o valor das acções varia consoante os resultados...imaginem os seguintes negócios !

A curto prazo - Vocês compram acções do PSD antes destas eleições, o PSD vençe, as acções sobem de valor e vocês vendem, ao venderem imediatamente após as eleições, elas ganham uns pontos percentuais...Se por acaso ganha-se o CDS/PP, os lucros seriam muito superiores, devido a improbabilidade de vitória.


A longo prazo - Perto do final de mandato desastroso do PSD as acções, obviamente desceram, eles perdem as eleições para o PS e dependendo do nível a que se encontram podem descer ainda mais e aqui vocês compram, esperam entre 4 a 8 anos que o PS perca o mandato e que o PSD ganha, as acções sobem em flecha e vocês vendem.

Claro que isto não é assim tão simples, é só uma forma de vocês perceberem o jogo.
Na verdade, há todo um mundo de jogadas bolsistas para manter certas acções, altas ou baixas, com base em trocas fictícias e especulações.
É preciso primeiro saber em que nome são efectuadas estas transacções e depois é um risco, pois são os negócios mais corruptos da bolsa que ficam sob imunidade Diplomática.

Nem todas as fortunas de políticos que chegam ao poder ricos e e saem bem da vida, provêm de corrupção,
É na bolsa que partidos e políticos  fazem uma boa fatia da suas riquezas.

Outro exemplo de negócio - O PNR, rotulado de partido de Extrema- direita, quando apareceu, devido a má publicidade, o seu valor na bolsa era baixo.
Mas...quanto dinheiro ganhará quem investiu nessas acções, quando e se...elegerem um deputado?
As probabilidades de elegerem um deputado da extrema-direita estão a aumentar, e com esse aumento de probabilidades vai aumentando o valor de suas acções.

Os partidos políticos em Inglaterra são transaccionados em bolsa, sempre em nome de uma pessoa, e essa pessoa é sempre um Diplomata.
Isto, deve-se ao facto que esse estatuto, goza de imunidade, o que permite todo o tipo de jogadas menos claras na bolsa e que contra as quais, os investidores comuns, pouco ou nada podem fazer, suponho e sublinho a palavra suponho, pois ainda não adquiri um relatório com acesso ao nome transaccional, que em Portugal, o mesmo aconteça, usar o nome de um Diplomata ... isto está mais que estudado.

Há algo que difere Portugal do Reino Unido, enquanto Gordon Brown como 1º Ministro, ele próprio é uma empresa cotada em bolsa sob o nome de MP Gordon Brown, significa que outro 1º Ministro ao ser eleito, outra empresa é constituída... em Portugal isso não acontece.
O que é uma empresa e está cotada em Bolsa, é o gabinete do 1º Ministro e portanto incluí qualquer pessoa que esteja nesse cargo, bem como os colaboradores desse mesmo gabinete e neste caso, as subidas e descidas de acções devem-se ao trabalho do grupo e não de um só individuo.


Empresa - É algo de onde o seu proprietário beneficia com os lucros e é responsável pelas despesas, onde é louvado pelas vitorias e penalizado pelas derrotas.

Corporação -  É algo de onde os seus administradores podem obter lucros pessoais, sem responsabilidade pessoal, de onde um ou mais indivíduos podem ganhar dinheiro, reputação e outros valores, mas no caso de fracasso, nunca são penalizados, pois a culpa é de todo o grupo.

O dono de uma empresa, entra em falência e por vezes perde o direito a tudo.
Os directores de corporações entram em falência e recebem avultadas quantias para saírem.

Estatutos legislativos e decretos - lei, são actos do governo ou Assembleia da República que dizem que temos que cumprir, quer sejamos indivíduos, empresas ou corporações, mas na verdade. não temos que os cumprir, pois eles não são lei, possuem a força de lei e isso não é lei. Ora o que é a força da lei? A força da lei é dada por nós através de consentimento.
Isto significa por exemplo:- O I.V.A passou por decreto de lei de 17% para 19% e pouco tempo depois para 21%, ora não foi Lei, foi decreto que recebeu força de lei por consentimento da população.
Recentemente, o IVA baixou de 21% para 20, também por decreto, se subirem de 20% para 25% será mais uma vez por decreto e será por consentimento que isso acontece, se as pessoas não consentirem e usado do direito ao protesto e do direito devidamente fundamentado de não pagar impostos como forma de protesto, esse decreto não recebe o poder de lei, logo não é legal.
É por isso que grandes manifestações no passado deitaram decretos de Lei para " o caixote do lixo " porque não houve consentimento.

É claro que isto é um processo complicado pois os Tribunais servem o estado e não as Leis.
Quase todos nós, em Tribunais de Justiça, já vimos ou sentimos na pele, a injustiça.

Próximo capitulo - Portugal visto como uma Empresa 3

Nuno



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O Pais visto como uma EMPRESA 1


O País como uma EMPRESA

Quero-vos falar como o nosso país, tal como quase todo o mundo Ocidental, está constituido como uma empresa.
Em conversa com algumas pessoas acerca de alguma informação que tinha visto neste site The people´s unite community  , no Youtube e num site de outro Bloger e de sentir que quase todos ficaram incrédulos com a informação, lembrei-me de subir uma serie acerca deste a mesmo assunto.

A minha busca por este tema, começou com um estudo pelos EUA, por estes  serem um país corporativo, ou seja, uma aglomeração industrial com um Estado Governativo composto por instituições governamentais que não são mais do que empresas privadas.
Tal como a Reserva Federal que de Federal só tem o nome, pois na verdade é um banco privado, tal como o Federal Express, os serviços de saneamento, o exército, a policia e até mesmos as prisões, são empresas privadas.

No entanto, não pensem que são só os E.U.A, pois o é também a Inglaterra como todos os países da União Europeia e quase todos os países civilizados com a agravante no caso da Inglaterra, o seu banco também não ser nacional mas sim Privado.
É claro que quem ler isto, fica automáticamente com a duvida de como é que tudo isto a ser verdade, não é Publico para que todos saibam.
Resposta...porque o objectivo é esse mesmo, manter as pessoas na triste Ilusão.

Quando se tenta obter informações nesta matéria sobre Portugal, por norma, quase todas vão dar a lugar algum ou então vão dar a becos sem saída.
Os Portugueses não disponibilizam informações, sem que isso lhes dê algum lucro e por isso não encontramos na NET, algo significativo acerca de leis, Governos ou politica Portuguesa.
Temos até preguiça de digitalizar grandes obras literárias criando uma biblioteca digital, até os Brasileiros e o projecto Gutemberg possuem mais clássicos Portugueses digitalizados do que qualquer outro site Portugues...Dar?...Isso não é ser Português...Se o Português tiver que traduzir, digitalizar, partilhar conheçimento ou informação, isso tem que ser pago, de outra forma, não!

Por isso irei falar de Portugal com o que até agora existe escrito, portanto uma investigação que está no inicio e que irei utilizar a Inglaterra para preencher as lacunas que existem ainda  nesta prematura investigação.

Antes de começar a abordar o tema, convém esclarecer certas definições que temos como certas mas que não o são.
Na verdade, dizem que a lei é para ser interpretada e que diversas pessoas a podem interpretar de forma diferente.
Mas o que é isso da interpretação? Não é mais nem menos que a perspectiva...e os documentos Governamentais são criados por perspectiva....a deles e a que querem passar aos cidadãos.

Praticamente toda a informação que irei aqui colocar, encontra-se no site mencionado acima que é no fundo, um site de contribuição popular, uma especie de consciência global de seres humanos livres e que vêm das mais diversas areas, desde médicos a donas de casa e que contribuem com informações que são investigadas, clarificadas e disponibilizadas para esclarecimento público.

Começo com a definição de qualquer dicionário Português para ;


Sociedade;
Reunião de pessoas unidas pela origem ou por leis;

União de pessoas ligadas por ideiasou por algum interesse comun;
Reuni~so de pessoas que se juntam para conversar ou conviver, Reunião;
Conjunto de pessoas de uma mesma esfera;
Casa onde se reuniem as pessoas unidas  por um interesse ou ideias comuns;
Associação;
Solidariedade de interesses;

Uma definição que me faz rir por estar incompleta em relação ás definições da mesma palavra em dicionarios mais antigos e em dicionários de outras linguas, apesar de referir que Sociedade/s é composta por pessoas e não por seres humanos, peca pela ausência de um pequeno detalhe.
Não especifica que é uma reunião voluntária e isso é muito importante pois deixa claro que somos livres de não fazermos parte dela, não tendo de nos  submeter a convenções sociais, pois elas não são leis, são regras e regra não é uma obrigação a cumprir, pois fazer batota é humano, é normal e não é crime. A lei é para cumprir.
Os decretos-lei e Estatutos são para nos confundir. As regras são opcionais e servem só para quem quer jogar o jogo, pois na verdade a sociedade não é só isto, a sociedade são os membros dominantes de uma comunidade, pessoas unidas por consentimento mútuo.
Um imigrante em Portugal, entra imediatamente para a comunidade mas não para a sociedade, pois ela é composta por individuos em consentimento mútuo, para o imigrante entrar, ele tem que entrar por querer e quem está em sociedade tem de o aceitar.
É por isso que quando um NÂO Portugues pede a Nacionalidade Portuguesa precisa de;
Ter direito a ela quer seja por direito de sangue ou por casamento e dar provas de estar inserido na comunidade.
Obviamente, a lei neste especto não fala em sociedade, pois são coisas totalmente diferentes.

A ilusão criada por nós, é isto mesmo, fazer acreditar que a comunidade é a sociedade e que somos pessoas quando na realidade, somos seres humanos que possuimos uma pessoa que nos foi dada pelo estado sob a forma de documentos numa idade em que ainda não tinhamos a capacidade de consentir ou negar.

Um País (por exemplo Portugal ) é composto por;

- Um Presidente da República - que é uma pessoa directamente eleita pelo povo
- Um 1º Ministro - Que é uma pessoa eleita indirectamente pelo povo. Digo indirectamente pois é uma pessoa que faz campanha e é nessa pessoa que queremos votar mas não podemos, temos que votar num partido.
Isto significa que quando esse partido ganha, se por qualquer motivo essa pessoa que o representa não puder liderar, um outro 1º Ministro será eleito, não pelo povo mas sim pelo seu próprio partido.
Temos o exemplo do Tony Blair que ao ter abandonado o poder, o passou para as mãos de Gordon Brown.
Temos o exemplo de Durão Barroso que ao ter ido papar o seu tachinho irrecusável, foi subestituido por Santana Lopes.
Isto deveria ser ilegal, pois a pessoa que faz campanha cria a ilusão que vamos votar nela quando na verdade, votamos num grupo.
Uma assembleia da República- com pessoas (demais)  que não são eleitas directamente pelo povo mas sim por seus partidos politicos, pessoas que podem ceder seus lugares a outros, pessoas que não são obrigadas a deixar a sua actividade profissional por 4 anos em representação do povo e que por isso por vezes deixam a assembleia ás moscas, pois de acordo com algumas vozes de " iluminados " como deputados, estes não ganham o suficiente!
 O presidente da Assembleia da República- outro exemplo de uma pessoa não eleita pelo povo e que se pode tornar presidente da República, temporariamente, no caso de o Presidente da República não poder liderar.


Para mim, tudo isto é muito estranho, a quantidade de pessoas não eleitas e que serão as que irão criar...as leis que nos afectam directamente e onde a única pessoa que elegemos directamente, o presidente da República tem poderes limitados.
Eu referi " leis " porque Estatutos Governamentais e Decretos-Lei não são lei mas , muitos de nós acreditamos que temos de o/as respeitar e cumprir, algo que na verdade, é uma ilusão.
Só temos que cumprir os Decretos-lei quando passarem a lei e muitos o são simplesmente implementados.
Somos levados a pensar que a constituição defende os nossos direitos e ouvimos muitas vezes falar de inconstitucionalidades que são violaçãos ou conflitos com a constituição mas que com pequenas alterações de perspectiva acabam por se contornar a inconstitucionalidades e são aprovadas na Assembleia da República.
Isto acontece porque o que está escrito na nossa Constituição da República não são Leis mais sim, Estatutos e isso significa que o Governo não tem que se submeter a ela, tal como nós não temos.
Só a Lei governa, Estutos e Decretos-Lei são apenas ilusões de Lei.

Se uma Empresa despede todos os seus directores e contrata novos, o rumo da Empresa não muda, puderá tornar-se mais ou menos lucrativa e é assim que a Assembleia da República é gerida.
Eles, são os directores de uma empresa que é o nosso país, são eles que gerem os fundos, os que autorizam e desautorizam o Governo e onde o Presidente da Assembleia é o moderador e o Presidente da República, aquele que é eleito pelo povo, é e deve manter-se como um mero observador até que observe ilegalidades contra os interesses do povo.
É por os Deputados serem os administradores desta empresa que o país não muda, aliás, mudam as moscas mas o rumo mantém-se.

A Assembleia da República é uma Empresa, sabiam? Claro que não!
Poucas pessoas não ligadas á politica ou á Maçonaria o sabem...Tudo é uma Empresa nos dias que correm.
Provas? Preto no Branco....Arranja-se.
Agora que está muito em voga as agências de Rating, já ouviram falar na Dun & Bradstreet?
A Dun & Bradstreet é uma Empresa onde nos podemos informar se uma Empresa na qual queremos investir, é ou não rentável, se tem dívidas etc.
Eles trabalham com Empresas, corporações ( grupos de Empresas onde os países estão inseridos ) e trabalham com 160 milhões de corporações em todo o mundo.
Podem visitar o site deles que é ... Dun & Brastreet .
No site, no lado direito, encontram um motor de busca, selecionem Portugal e escrevam Assembleia da República , irão dar a 2 resultados, o da actual Assembleia da República e os Ex- Deputados que de certa forma e por motivos que ainda não consegui esclarecer, ainda estão mencionados como Empresa também.



Podem exprimentar e fazer as pesquisas com outros organismos Públicos...mas agarrem-se á cadeira ok.


No próximo capitulo, irei expor mais casos relacionados com Portugal e as instituições que estão a funcionar debaixo da ilusão que são Públicas mas que no fundo, estão estruturadas tal e qual como uma empresa, apesar de os nossos dirigentes continuarem a passar para o povo a ideia que são instituições Públicas.
... Públicas o tanas, para não dizer uma asneira!

Próximo Capitulo - O País visto como uma Empresa 2

Nuno







domingo, 22 de agosto de 2010

Augusto Santos Silva

Muitos perguntam-se porque é que Augusto santos Silva, é um dos homens fortes do Governo PS.

Augusto Santos Silva anda nestas andanças desde muito cedo, saltou do Partido Comunista para o PS como muitos actuais do PS.

Desde 1999-10-28 Até 2000-09-14
Secretário de Estado da Administração Educativa do XIV Governo Constitucional

Desde 2000-09-14 Até 2001-07-03
Ministro da Educação do XIV Governo Constitucional

Desde 2001-07-03 Até 2002-04-06
Ministro da Cultura do XIV Governo Constitucional

Desde 2005-03-12 Até 2009-10-26
Ministro dos Assuntos Parlamentares do XVII Governo Constitucional

Desde 2009-10-26
Ministro da Defesa Nacional do XVIII Governo Constitucional

É o tipo de homem que lhes interessa!
Não preciso de muitas palavras para descrever o porquê...

Reunião anual do Grupo de Bilderberg em 2006, Canadá, Ontário.
Vejam quem é a personagem aos 04:24 !

Quanto mais me vou instruindo, mais chego á conclusão que de nada serve ao povo votar...as eleições estão viciadas,ambas as partes estão metidas neste jogo sujo politico, pois seja qual for o partido ou a ideologia que ganhe, não fará diferença, pois as estruturas que financiam os partidos são as mesmas e essas,garantem através desse mesmo financiamento que só suba ao poleiro, quem implemente o tipo de medidas que interessa ás corporações deles.
Cada vez acho mais graça aqueles que dizem que Pedro passos Coelho é um Sósia de Sócrates.
Não, não é nada...é coíncidência !





De há 3 anos para cá...nem uma cruzinha, por mim, o actual sistema de eleição bem pode descambar, pois eu não compactuo com o que se passa.
Para aqueles que dizem que,eu, não votanto sou um dos responsáveis pelo actual estado de coisas, eu digo pelo contrário, são todos aqueles que votam que continuam a dar-lhes carta branca para eles se rirem na vossa cara.
Alguma coisa tem que mudar, pois eu não me revejo em nada disto.
Já agora, aconselho a todos o visionamento deste documentario,é só seguirem os capitulos do mesmo User ( SeteAntigos7)


Nuno