Neste ultimo capitulo ,irei dar as definições maçónicas de vários Símbolos e observar alguns logótipos de empresas Portuguesas.
A estrela de David é utilizada teoricamente por Judeus, mas por uma facção de Judeus conhecido como Sionistas ou Askenazis que em bem da verdade, não passam de judeus convertidos ao Judaísmo com origens na Macedónia.
Este grupo é em grande parte responsável pela Nova ordem Mundial e da ânsia de dominar o mundo e é, um dos grandes motores da e por trás da Maçonaria.
É também o grupo que domina o poder Politico/Militar em Israel e que representa mundialmente, pois na verdade, Israel, logo após a 2ª Guerra Mundial foi uma oferta da Maçonaria Europeia e Americana aos Sionistas e não ao povo Judaico que era unicamente um povo que após a 2ª guerra Mundial ,os aliados tal como os nazis não queriam na Europa
Estrela de seis pontas - A estrela de David, (chamada de escudo de David) é um símbolo real, um selo de realeza representativo do Reinado de David. Quando as nações pagãs iam á guerra, muitas vezes pintavam figuras para inspirar medo nos adversários nos escudos dos seus próprios soldados ( tais como dragões, cobras etc. ) no entanto em Israel, é o escudo de David. Este símbolo é geometricamente construído de forma de estrela com as duas letras dálet que compunham o nome de David. Há também um significado maior na estrela de David, pois muitos afirmam que ela é o próprio símbolo do Messias, nosso senhor Jesus Cristo. Ele mesmo diz no livro do Apocalipse (22, 16 ) “” Eu Jesus, enviei o meu anjo para vos atestar destas coisas a respeito das Igrejas Eu sou a raiz e o descendente de David, a estrela radiosa da manhã. “
È estranho, vistos que os Judeus não reconhecem Jesus como descendente de David, como salvador ou filho de Deus, reconhecem unicamente a sua existência e por isso o levaram á cruz.
Este é unicamente um símbolo Maçónico e Sionista que representa a estrela mais brilhante vista da terra a olho nú, Siríus que também representa Isis e entramos novamente na porta giratória da religião maçónica.
Esta facção Sionistaé a que mancha a nivel mundial a imagem dos Judeus e contra este grupo de Judeus convertidos e especifico, estão os próprios Judeus que usam como símbolo o Menorah .
Menorah
O Menorah também chamado de candelabro, castiçal, candeeiro, simboliza a unidade e a integridade do povo Judeus.
Anos de perseguições não extinguiram as suas chamas e os Judeus, no final, sobreviveram.
O Menorah acompanha os Judeus onde quer que eles fossem.
Primeiramente foi a coluna de fogo que conduziu Israel na peregrinação Egípcia pelo deserto, depois como símbolo do fogoeterno que nunca se apaga, Acompanhou o povo Judeu em todas as suas gerações.
A haste principal e os 6 braços formavam uma só peça maciça que dá suporte a 7 lâmpadas de azeite e as quais forneciam iluminação naquela escuridão.
As lâmpadas eram cheia de azeite puro e cada lâmpada recebia cuidados especiais, a parte queimada do Pavio, não emitia luz
Baseado no candeeiro de 7 braços do templo de Herodes, o Libertador de Israel construi a sua propria Menorah com 1,5 metros de altura para ser utilizada em ocasiões muito especiais, a diferença entre elas está na base, aquela gravada no arco de Tito tem um pedestal octogonal maciço com relevos de animais e a do Libertador está num pedestal firmado em 2 hexágonos ( totalizando 12 lados ) com os nomes da tribos em Hebraico .
Em todos os meus textos, sempre me faltou referir 2 símbolos de importância máxima na Maçonariamundial; - A pedra Bruta e o Malhete.
Malhete - Pequeno martelo, emblema da vontade activa, do trabalho e da força material; Instrumento de poder e autoridade.
Pedra Bruta - Símbolo das imperfeições do espirito que o Maçon deve procurar corrigir e também da liberdade total do Aprendiz e do Maçon em geral.
Façamos então a pergunta!
Onde é que nós vemos estes 2 símbolos constantemente como sinal de autoridade moral e legal?
Malhete
... Julgo que a foto ajudou.
Em todos os tribunais de todo o mundo os Juízes no meio de milhares de opções para manter a ordem, adoptaram 2 milenares símbolos maçónicos, o Malhete a bater na Pedra Bruta, tornando uma simples audiência num ritual maçónico á vista de todos.
Então, agora que sabemos da importançia do simbolismo e da sua linguagem oculta,vamos dar uma vista de olhos pelos logótipos de algumas empresas Portuguesas e tentar a sua leitura.
Já sabemos que entre os simbolos utilizados pela maçonaria e muitas outras sociedades Secretas, encontramos;
SOL - representa a vida, o culto do Sol está por detrás de todas as religiões, visto que todas eles fazem a intrepretação Oculta do sol como o criador,dando-lhe nomes de Deuses.
OLHO- Representação de Horus, o olho-que-tudo-vê
CAVEIRAS- representam a morte,trevas,lado negativo
PIRAMIDES- representam poder
SATURNO- representa o culto a Saturno, visto que Saturno tem 1 hexagrama em 1 dos seus pólos,
OBELISCOS- representam o lado masculino, no antigo Egipto, representavam simbolicamente 1 pénis a fecundar a terra, Gaia.
SERPENTES- signfica Sabedoria , crê-se que uma das primeiras Sociedades secretas se chamava serpente,a mesma aparece relaçionada com os faraós.
Tal como demonstrei no 1º capitulo ,o Terreiro do Paço, todo ele foi construido recorrendo a Geometria Sagrada, Arte real, e está repleta de Simbolismo e Ocultismo.
Não pude evitar de constatar que foi no minimo curioso que com a vista do Papa este ano a Portugal, pela 1ª vez na história, se tenha realizado uma missa neste local.
E qual o meu espanto quando constatei que o local onde ficaria o altar, foi sem mais nem menos no cais das Colunas, justamente no Grande Templo Maçónico que é a Cidade de Lisboa.
Teria sido então aquilo uma missa Católica ou teria sido mais um Ritual Maçónico de adoração e veneração á Maçonaria?...Não há coincidençias
Visto que este ano se comemora o centenário da Implementação da República, toda aquela zona foi restaurada para ter uma melhor apresentação.
Ora sendo aquele local um autêntico Santuario maçónico,acham que a maçonaria iria deixar qualquer empresa trabalhar na sua re-construção? Não me parece...
A titulo de curiosidade,pos-me a abservar as empresas que pr ali trabalhavam e seus logótipos...
Estas são algumas das empresas que trabalharam e que trabalham ainda naquela zona,visto que a estação Sul e Sueste ( Barcos do Barreiro ) está a ser construida.
Representação de Saturno
o Obelisco com o Sol por trás
Uma Serpente
Obeliscos com o Sol por trás
1 Obelisco
Por estes e por outros motivos, não é de admirar que em algumas empresas Públicas ou com parcerias Públicas, os cargos de administração e os que são por nomeação politica,sejam ocupados por elementos vindos desta organização.
Penso que esta organização se acha que é difamada ou mal intrepretada, é altura de uma vez por todas, criarem condições que deixem bem claro que não toleram individuos dentro do seu seio que são suspeitos, acusados e ou sentenciados por práticas criminosas e dolosas ao estado, expulsando-os de vez, dando uma nova imagem á organização, porque, com os meios de acesso á informação que existem actualmente, cada vez será mais facil expôr todos aqueles que usam de influênçias de poder, seja ele qual for, para em proveito próprio enrriquecerem,dando uma imagem, que se não é aquela que a organização quer fazer passar, arrisca-se a ser mal intrepretada no futuro muito próximo.
Tal como é do conheçimento geral, uma maçã podre pode não representar o cesto mas se não for rapidamente excluida mais tarde ou mais cedo, irá acabar por aprodrecer todo o cesto.
Finalizo com um diatado que diz assim.
"" A fama ao longe soa...e mais depressa a má que a boa.""
Neste capitulo, irei transcrever na integra, uma reportagem da Revista SÁBADO ( Não vem especificada em que dia ) que considero muito apropriada para a serie Portugal Maçónico.
Não irei efectuar qualquer tipo de comentarios ao artigo,deixarei isso ao trabalho dos meus leitores, no entanto, lembro uma ditado popular que diz assim ;
"" Não acredito em Bruxas mas que as há....há ""
o Universo secreto da Maçonaria
AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER
A MAÇONARIA POR DENTRO
São militantes do PS, do PSD e do CDS; são ministros, diplomatas e elementos dos serviços secretos. A SÁBADO teve acesso a informações e documentos internos que mostram onde estão os maçons em Portugal, o que controlam e quais os rituais que são obrigados a seguir.
Manual para perceber como vive a organização mais misteriosa da sociedade e quais as suas ligações ao poder.
De venda negra a cobrir os olhos, com a perna esquerda das calças arregaçada e uma parte do peito completamente à mostra, aquele que ainda hoje é um dos homens mais influentes de Portugal conseguia apenas distinguir sons, vozes e instruções dadas pelo venerável mestre da loja maçónica a que estava prestes a aderir como maçon aprendiz. Na derradeira prova antes de poder ser um membro de pleno direito do Grande Oriente Lusitano (GOL), fizeram-no dar três voltas completas, de olhos vendados, ao templo maçónico - todas elas com um significado simbólico. Sempre acompanhado pelo mestre de cerimónias, o homem que se certifica de que o ritual é escrupulosamente cumprido, superou o teste. Pelo caminho, teve de ouvir barulhos de espadas a bater no chão e mulheres a bater nas madeiras e teve de sentir o calor do fogo e a temperatura fria da água. Já com os percursos feitos sempre da esquerda para a direita da loja; que é como quem diz das trevas para a luz -, mas ainda de olhos vendados, foi conduzido ao altar. Estava na altura de finalmente ser iluminado pela figura do venerável. Ao cair da venda, veria a luz.
Viu mais do que isso: um conjunto de homens com aventais de cores e disposições variadas, alinhados como numa parada militar. À sua frente, o líder da loja levantou uma espada que atravessava o testamento maçónico que escrevera antes de entrar na loja, numa câmara escura e sombria, com caveiras humanas desenhadas nas paredes. Nesse pedaço de papel registara as suas últimas reflexões profanas, que começavam agora a ser despedaçadas pelas chamas. Jorge Coelho - um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista estava a entrar num mundo desconhecido da maior parte dos portugueses: - o universo secreto da maçonaria.
Antes dele e que chegou ao GOL há pelo menos seis anos, durante o grãomestrado de Eugénio de Oliveira (1996 / 02) -, muitas outras figuras influentes da sociedade portuguesa passaram pelo ritual iniciático. Entre elas, Almeida Santos(ex-presidente da Assembleia da República),António Vitorino(antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu),João Soares(ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), João Cravinho (ex-ministro das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e exministro da Saúde), Isaltino Morais (presidente da Câmara Municipal de Oeiras) e António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). Esta é uma curta lista entre milhares de nomes, divididos por várias obediências - as mais representativas são o Grande Oriente Lusitano (GOL), liderado pelo ex-deputado António Reis, e a Grande Loja Regular de Portugal(GLRP), dirigida pelo escritor Mário Martin Guia - que se movem em todos os sectores de actividade. É a acção conjunta destes homens, que se reúnem entre as paredes discretas dos templos maçónicos, repletos de símbolos e artefactos, que forma o designado "lóbi maçónico". O último episódio demonstrativo da proximidade entre a maçonaria e o poder surgiu na mais recente remodelação governamental. António Costa saiu para ser candidato à Câmara Municipal de Lisboa e, para seu sucessor na pasta da Administração Interna, foi designado Rui Pereira, que hoje é visto como um dos nomes mais fortes do GOL. Fez parte da LojaConvergência, liderada por Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004 e em cujo funeral maçons de várias lojas e obediências fizeram - sem o conhecimento do prior Horácio Correia, responsável pela Basílica da Estrela – uma cadeia de união (ritual maçónico em que todos dão as mãos e proferem as últimas palavras de homenagem ao morto). O acto decorreu discretamente na casa mortuária, longe dos olhos de elementos não maçons, os "profanos".
Frequentador assíduo destas e de outras reuniões maçónicas, Rui Pereira dividiu ultimamente tarefas entre a visível coordenação da Unidade de Missão para a Reforma Penal e a presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico, que acabou por abandonar, segundo fontes do GOL, quando foi há poucos meses escolhido pelo PS para integrar o Tribunal Constitucional. Hoje faz parte da Loja Luís Nunes de Almeida - criada em homenagem ao jurista falecido após a cisão registada na Loja Convergência, que continuou a ter, entre outros membros, Luís Fontoura, social-democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão, e Abel Pinheiro, administrador da Grão-Pará e o ex-homem-forte das finanças do CDS, arguido no processo judicial Portucale. Contactado pela SÁBADO, Abel Pinheiro assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria, considerando que esta “não tem qualquer espécie de poder”.
Se não tem poder, oficialmente, pelo menos está "representado" em vários órgãos de poder. Rui Pereira,o actual ministro da Administração Interna, já foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Rui Pereira - que não quis falar com a SÁBADO sobre a sua ligação à maçonaria - é também olhado como uma ponte entre o GOL e a GLRP [Grande Loja Regular de Portugal], através do seu grande amigo José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, Anesé director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.
Os membros da maçonaria têm marcado presença na definição das opções do País, em especial junto de governos socialistas. Há áreas em que os maçons actuaram desde sempre, como a administração interna e os serviços de informações, e outras em que a sua influência é grande. Os governos de António Guterres são um exemplo claro. Jorge Coelho, enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de EstadoArmando Vara - outro maçom, que hoje é administrador daCaixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo. No exercício das suas competências, Coelho nomeou em 1997, para dirigir o SIS, Rui Pereira, que acabou por sair três anos depois para ocupar o cargo de secretário de Estado da Administração Interna. Jorge Coelho - que não quis falar à SÁBADO de maçonaria ("Nunca falei disso com ninguém, mas vou ter muito gosto em ler o artigo") - já então tinha trocado a pasta da Administração Interna pela do Equipamento Social e Rui Pereira ficou sob a alçada de Alberto Costa, hoje ministro da Justiça e que desmentiu à SÁBADO qualquer ligação à maçonaria. NESSE memo governo, em 2000, Fausto Correia, outro histórico do Grande Oriente Lusitano, ocupou o cargo de secretário de Estadoadjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Noutra área, a dos Assuntos Fiscais, estava o advogado de Carlos Cruz no processo Casa Pia, Ricardo Sá Fernandes, também ele membro do GOL. Mas a presença dos maçons no executivo de António Guterres não pára aqui.
Na área da Habitação estava Leonor Coutinho, há muito mestre na Grande Loja Feminina de Portugal. O secretário de Estado da Saúde era José Miguel Boquinhas (maçom e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol), que chegou a candidatar-se, há cerca de três anos, a bastonário da Ordem dos Médicos com fortes apoios de médicos (até sindicalistas) maçons. Acabou por perder para Pedro Nunes, o actual bastonário, que por sua vez sucedeu a Germano de Sousa, outro elemento do GOL. Também Rui Cunha, um maçom do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade. Ainda no mesmo Executivo, Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Carlos Zorrinho, que era na altura secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, entrou há poucopara o GOL.
Segunda-feira, 18h30, Janeiro de 2007. Dois homens de fato escuro e gravata saem do n.º 17 da Rua João Saraiva, em Alvalade, e atravessam apressadamente a estrada neste fim de tarde já escuro. Dirigem-se a uma carrinha cinzenta Citroën C5. Abrem a mala, retiram aquilo que parecem roupas dobradas e uma maleta de cabedal preto, com pequenas rodas, que um deles arrasta pelo chão. Num instante, já estão a regressar ao edifício, mas ainda falta cerca de meia hora para a reunião da Loja Mercúrio, talvez a mais secreta da maçonaria regular portuguesa. À medida que o tempo vai passando, começam a chegar os carros. Um BMW 520i segue devagar, o motorista leva-o algumas dezenas de metros adiante, dobra a esquina e estaciona. Jorge Silva Carvalho, o chefe de gabinete que o secretário-geral do SIRP (Serviço de Informações da República Portuguesa) requisitou ao SIS, sai do banco traseiro, ajeita o fato azul-escuro e põe-se calmamente a caminho, deixando para trás o carro que é propriedade da secreta militar e que, desde 2002, foi cedido ao gabinete do director do SIRP,Júlio Pereira. Quase no mesmo instante, mas do outro lado da rua, o motorista de um BMW propriedade da Câmara Municipal de Oeiras estaciona e um homem sai apressado em direcção ao edifício degradado. É Isaltino Morais, que se junta a Emanuel Martins, líder do PS de Oeiras e um dos 17 maçons presentes na reunião de irmãos que se vai prolongar por mais de duas horas. Emanuel Martins tem sido o principal responsável pelo facto de Isaltino Morais ainda não ter caído da presidência da câmara: contra todas as expectativas, o líder da oposição tem vindo a manifestar solidariedade para com o autarca e seu "irmão", acusado pelo Ministério Público dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e abuso de poder. Questionado pela SÁBADO sobre o assunto, Isaltino Morais não quis falar. Por essa altura, já outros carros topo de gama procuram estacionamento. Alguns estão a coberto do anonimato assegurado pelos registos - uns são Mercedes em leasing, outros são Audis registados em nome de empresas. Outros nem tanto, como são o caso de um Citroën C5 azul guiado por Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, ou o Opel Vectra que é propriedade do ex-reitor da Universidade Moderna, Britaldo Rodrigues.
Hoje é dia de iniciações de aprendizes, gente que vai entrar nos segredos da maçonaria. Um homem de cerca de 50 anos parece perdido. Olha para os edifícios em redor, agarra no telemóvel e obtém a confirmação do número da porta. Lá dentro, no andar superior ao corredor dos Passos Perdidos (onde são afixados os nomes de quem está em vias de ser iniciado), José Moreno, o social-democratasubdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças, e Paulo Noguês, especialista em marketing político einstitucional, estão a postos para iniciar os rituais secretos da Grande Loja Regular de Portugal, que serão inevitavelmente seguidos de um ágape, uma espécie de convívio de homenagem aos recém-admitidos.
Os novos " Irmãos " terão aí a oportunidade de, pela primeira vez, tomar contacto com a linguagem codificada da instituição: obedecendo às instruções dos mestres(o grau máximo que se pode atingir numa loja maçónica), pegam num "canhão"(copo),"carregam-no" (enchem-no) de "pólvora forte branca"(vinho branco) ou, em alternativa, de"pólvora forte vermelha"ite (vinho tinto) ou de "pólvora explosiva" (champanhe); "alinham" (colocam os copos em linha) e "fazem fogo" (bebem). A bebida é frequentemente acompanhada de "materiais" (comida). Há quem opte por colocá-los na "telha" (prato), agarrando na "trolha" (colher) ou no "tridente" (garfo), para de seguida "demolir os materiais" (mastigar). Para que o ambiente permaneça descontraído, é possível experimentar "pólvora do Líbano" (tabaco) ou "fazer fogo" com "pólvora fulminante" (licor). Normalmente este ritual tem lugar na sede da própria obediência, mas o edifício degradado em que funciona a maçonaria regular, situado em Alvalade, não é propício a grandes convívios. Resultado: os "irmãos" preferem carregar a simbologia para o restaurante mais próximo, onde discretamente convivem ao jantar. Como aconteceu nessa noite.
A GLRP é uma verdadeira salada de frutas de políticos. Reúne socialistas e monárquicas, sociais-democratas e centristas. Todos se dizem homens bons à procura do aperfeiçoamento individual e da humanidade, mas poucos se questionam sobre alguns dos episódios polémicos daquela obediência em Portugal, como o da estratégia montada durante largos meses pela direcção da Grande Loja para conseguir uma nova sede - um palacete situado em pleno Príncipe Real, em Lisboa - cedida pelo ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues. Para "seduzir" o agora recandidato, a GLRP até lhe atribuiu uma importante condecoração maçónica, a grã-cruz da Ordem Honorífica Gomes Freire de Andrade. A divulgação do caso pela SÁBADO, em Abril, levou o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, a fazer um requerimento para saber exactamente o que tinha sido acordado. Nunca obteve resposta, mas, ao que tudo indica, o palacete vai mesmo chegar às mãos da GLRP. De resto, o universo da autarquia lisboeta é um autêntico caldeirão maçónico. A SÁBADO sabe que o antigo chefe de gabinete deCarmona Rodrigues, Cal Gonçalves, é maçom. O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa, como Rui Paulo Figueiredo, que pertence à Loja Mercúrio, ou Miguel Coelho, líder da distrital do partido, Dias Baptista, líder do PS na autarquia, ou ainda Rosa do Egipto (recém-nomeado administrador da EPUL),Arnaldo João(advogado e ex-EPUL) e Gonçalo Velho (PS de Carnide). Em declarações à SÁBADO, José Manuel Anes afirma que ainda não acredita que o negócio em causa estivesse em marcha: "Estou profundamente triste pelo que li na vossa revista. Fiquei de boca aberta. A minha sensibilidade maçónica ficou ofendida". Nandim de Carvalho, ex-grão-mestre da GLRP, não percebe Anes: "Isso não tem ponta por onde se lhe pegue. É uma declaração ininteligível." E Nandim de Carvalho não fica incomodado com o secretismo com que toda a operação estava a ser planeada.
Segundo decumentos a que a SÁBADO teve acesso, também já houve comendas atribuídas aos presidentes das Câmaras de Setúbal e Palmela, respectivamente, Carlos Sousa e Ana Teresa Vicente. As autarquias são outro dos sectores onde a maçonaria também tenta ter uma presença forte. Em Maio e Junho de 2001, o GOL organizou a exposição Maçonaria na Figueira, realizada no museu camarário. Em documentos internos da organização que a SÁBADO consultou, é destacado o "empenho e o profissionalismo" de diversas pessoas. Entre elas, o então vereador social-democrataMiguel Almeida. Melhor, o "irmão" Miguel Almeida, que seria braço-direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa, e que por diversas vezes o aconselhou a visitar o GOL e a subsidiar vários eventos da instituição. À SÁBADO, o actual deputado sublinha que não lhe repugna que os membros da instituição procurem ajudá-la. "Se for para defender os valores da casa, não acho mal, pelo contrário", afirma. Será apenas coincidência, mas os maçons estão sempre a encontrar-se nas autarquias. Ainda nas últimas eleições, depois de Manuel Maria Carrilho ter feito uma manobra de antecipação, anunciando a disponibilidade para ser candidato do PS a Lisboa, João Soares, ex-presidente da Câmara, resignou-se ao facto de ter de se candidatar à liderança de outra cidade. Acabou por conseguir ser a aposta do PS a Sintra. O coordenador autárquico do partido era o seu "irmão" Jorge Coelho. Uma curiosidade: João Soares é um maçom sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado". Em declarações à SÁBADO, João Soares confirma: "Uso avental em casa, não sou pessoa de grandes rituais. Estou lá pelo espírito republicano e laico da organização". Um espírito que é defendido intransigentemente pelo grão-mestre António Reis."Não telecomandamos pessoas ou grupos. Faço uma distinção total entre a espiritualidade ética e laica e os grupos de pressão que não somos", diz. Vítor Ramalho, deputado do PS e maçom assumido, tem mais dúvidas. "Vejo com grande criticismo a entrada de certas pessoas e houve um período em que a maçonaria abriu as portas de forma menos avisada", refere.
Resumindo: todos terão a consciência de que para manter o espírito puro é necessário muito esforço interno. Se não, veja-se a declaração de princípios da lista encabeçada em 2002 por António Arnaut, na qual se mencionava a corrupçãoe o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica" que levasse os "irmãos" para longe das disputas partidárias, tanto mais que os partidos, "que deviam ser intérpretes do interesse nacional e escolas de civismo", se transformaram em "máquinas de conquista de poder e agendas de emprego". O diagnóstico era, portanto, desanimador. "A corrupção alastra, o compadrio substitui o mérito, o interesse material oblitera o dever de servir a comunidade", dizia o documento, apontando outros potenciais culpados: "São as multinacionais que inspiram certas leis e são os canais de televisão que ditam as regras, criam factos políticos e impõem a obscenidade."
Em 1998, Fernando Negrão, o actual candidato do PSD à Câmara de Lisboa, que era então director da Polícia Judiciária, afirmou ao jornal Expresso que a maçonaria "com certeza democratizará a sua visibilidade". Inquirido pelo mesmo jornal, Jorge Coelho, que era ministro da Administração Interna, disse que não faria sentido uma investigação sobre quem é quem na maçonaria portuguesa porque a época das perseguições já passara. O ponto de vista do ex-dirigente socialista parece ter vingado: na discussão que decorreu no ano passado no Parlamento, os deputados esclareceram muito bem quais seriam as novas regras do registo público de interesses a vigorar a partir de 2009. De fora ficaram, por proposta do PS e com a abstenção de toda a oposição, as ligações à maçonaria.
O desejo de secretismo sobre os membros da instituição vem de longe e mantém-se até hoje. Até para se reconhecerem em público os maçons utilizam códigos. Um exemplo: dois "irmãos" estão a falar em público sobre um qualquer assunto da loja a que pertencem. Um deles percebe que há um "profano" que se aproxima. Para avisar o interlocutor, diz a seguinte frase: "Está a chover."Outro ainda: um membro desconfia, mas não tem a certeza, de que uma pessoa que se prepara para conhecer é maçom. Para o confirmar, ao cumprimentá-la dá-lhe três toques com o polegar. Se houver resposta igual, é um "irmão".Outra forma de se reconhecerem: num jantar de grupo, um maçom pensa estar frente a outro maçom, embora não esteja certo disso. Para o saber, olha para ele enquanto coloca a pala da mão aberta sobre o próprio pescoço. Se a resposta for semelhante, o mistério está desfeito. António Arnaut - que, em 1978, enquanto ministro dos Assuntos Sociais, protagonizou um dos episódios mais sintomáticos da influência da maçonaria na sociedade civil, ao colocar em discussão o projecto de lei que criaria o Serviço Nacional deSaúde primeiro na sua loja maçónica e só depois no Parlamento - desempenhou um papel importante na relativa abertura da instituição. Ao contrário do que sucedeu com o seu antecessor - o coronel Eugénio de Oliveira, que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde Afonso Costa(chefe de alguns Governos durante a I República) também esteve - o grão-mestre defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL. Foi por isso que abriu as portas do palacete situado no Bairro Alto, em Lisboa, a personalidades como Jorge Sampaio, D. Duarte, Pedro Santana Lopes ou Jaime Gama, que na altura declarou que era o primeiro presidente da Assembleia da República não maçom de Portugal. Não era. O seu antecessor, Mota Amaral, pertence, de facto, a uma organização igualmente discreta, mas com outro nome - a católicaOpus Dei. Em diversos documentos do GOL e da GLRP a que a SÁBADO teve acesso são feitas referências a encontros com o poder político e económico, muitos deles secretos: "Há que destacar também a recepção pelo grão-mestre do GOL de dirigentes de partidos políticos, embaixadores creditados em Portugal (...)", pode ler-se numa comunicação interna do GOL, que, ao contrário do que acontece com a GLRP, não revela nomes "profanos" nos seus documentos, optando, por uma questão de segurança, pela utilização de nomes simbólicos (todos os maçons têm um) ou, no caso de se tratar de representantes institucionais exteriores ao GOL, pela inscrição das iniciais dos seus nomes.
A maçonaria está por todo o lado. Para intervir activamente na sociedade civil, cria as chamadas instituições para-maçónicas. Entidades como a Academia das Ciências de Lisboa, a Universidade Livre, os Pupilos do Exército, a Voz do Operário, a editora Hugin ou o Montepio Geralforam pensadas primeiro em lojas maçónicas e só depois lançadas na sociedade civil, normalmente com maçons na sua direcção. Foi isso que aconteceu também com a Universidade Moderna. Um professor maçom que esteve ligado ao projecto desde o início garante que a ideia foi desenvolvida na maçonaria. "O José JúlioGonçalves e o Oliveira Marques [historiador que morreu recentemente] estavam em conflito porque os dois queriam ser reitores", afirma. "Nessa altura, a ideia era chamar-lhe Europa, mas um dia o José Júlio, que era quem tinha arranjado forma de viabilizar o projecto, perdeu a paciência e disse ao Oliveira Marques para fazer a sua própria universidade. Foi quando criou a Moderna." A versão é contestada por Nandim de Carvalho, fundador e primeiro presidente da Assembleia Geral da Universidade, que garante que Oliveira Marques "não teve participação" na ideia. O projecto acabaria por dar origem a um dos maiores escândalos políticos dos últimos 20 anos, prejudicando a imagem da maçonaria, sobretudo da GLRP. E também a de alguns políticos, como Paulo Portas, que foi o primeiro gestor da empresa de sondagens da universidade, a Amostra, e que conduzia um Jaguar da Moderna, ou Santana Lopes, que também geriu a Amostra e que tinha ao serviço um Mercedes Classe A - carros disponibilizados por José Braga Gonçalves, administrador da universidade, filho de José Júlio Gonçalves e membro da maçonaria da Casa do Sino.
“OS PERSONAGENAGENS”
AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER
“A MAÇONARIA POR DENTRO”
Estrutura dirigente da GLRP
Mário Martins Guia - Grão-mestre / Norton de Matos ----- José Moreno - Vice-grão-mestre/ Mercúrio Júlio Meirinhos - Vice-grão-mestre / Rigor - Paulo Noguês - Assistente de grão-mestre / Brasília Luís Lopes-Assistente de grão-mestre/Marquês de Pombal- R. LeIé-Assistente vce-grão-mestre Mestre Afonso Domingues - A. Rente - Assistente vice-grão-mestremeirinhos / Egitânia - José Coelho Antunes- Grande secretário I Norton de Matos - I. FonsecaVice-grande secretário / Norton de Matos - - Manuel Martins da Costa - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal Mário Gil Damião da Silva - Assistente de grande secretário I /Norton de Matos - J. A. Ferreira -Grande correio-mor / Estrela do Manhã Alcides Guimarães - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão - - L Homem - Segunda grande vigilante / Conímbriga Augusto Castro - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson - - R. Cruz - Vice-segundo grande vigilante /Portus Calle Francisco Queiroz - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes - - Benito Martinez - Vice-gronde capelão / Quinto Império Mário Máximo - Grande orador / Nova Avalon - - H. Veiga - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins Vítor Gabão Veiga - Grande hospitaleiro e esmoler/ Soliditas - - António Vicente - Grande arquivista e bibliotecário I Harmonia
Arnaldo Matos - Grande porta-estandarte / Miramar - - Manuel Cabido Mota - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia
Luís Honrado Ramos - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett - - Miguel Cardina - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues Luís Pombo - Segunda grande experto / Miramar - - Esmeraldo Mateus Vivas - Segundo grande experto / Marquês de Pombal Manuel Pinto - Grande organista / Porto do Graal - - Nuno Jordão - Grande porta-espada INova luz - - J. Ruah - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues João Oliveira e Silva - Grande inspector IFernando Pessoa - - Edgar Gencsi - Grande inspector IMiramar Manuel Sacavém - Grande inspector / Lusitânia Nuno Silva - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa José Fernando d’AIte - Vice-grande inspector / Almeida Garrett - - G. Ribeiro -Vice-grande inspector IAristides Sousa Mendes Manuel Tavares Oliveira - Vice-grande inspector /Anderson ---- ---- José Oliveira Costa - Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia - - António Delfim Oliveira Marques - Assistente grande inspector / Egas Moniz Jorge Vilela Carvalho - Assistente grande inspector I Astrolábio - - Paulo Albuquerque - Assistente grande inspector / Lusitânia
Membros do governo e deputados
Nomes que são da maçonaria ou, em algum momento, foram membros:
Rui Pereira - actual ministro da Administração Interna e ex-director dos serviços secretos António Castro Guerra - actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação António Arnaut - ex-ministro socialista Jorge Coelho - ex-ministrosocialista António Vitorino - ex-rninistrosocialista, entretanto expulso do GOL Isaltino Morais - ex-ministrosocial-democratae actual presidente da Câmara de Oeiras Almeida Santos - ex-ministro e ex-presidente do Parlamento João Cravinho - ex-ministrosocialista Armando Vara - ex-ministroPS e actual administrador da CGD Rui Gomes da Silva - deputado e ex-ministro do PSD Carlos Zorrinho - ex-secretário de Estado PSe coordenador do Plano Tecnológico Fausto Correia - eurodeputado e ex-secretário de Estadosocialista
Juristas, diplomatas e espiões
António Lamego - advogado António Pinto Pereira - advogado José António Barreiras - advogado Diamantino Lopes - ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados Rodrigo Santiago - advogado Nuno Godinho Matos - advogadoGuerra da Mataadvogado Miguel Cardina - advogado Manuel Pinto - advogado Luís Moitinho de Oliveira - advogado Ricardo Sá Fernandes - advogado ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do PS Ricardo da Velha - desembargador jubilado e exparticipante no programa televisivoO Juiz Decide Jorge Silva Carvalhochefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa José Manuel Anesdirector da revista Segurança e Defesa José Fernandes Fafediplomata Fernando Reinodiplomata jubilado
Gestores, médicos e militares
Abel Pinheiro - administrador da Grão-ParáMaldonado Gonelha - administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúdesocialista Fernando Lima Valadas - gestor da construtora Abrantina Amadeu Paiva - administrador da Unicre Carlos Monjardino - presidente da Fundação Oriente José Miguel Boquinhas - médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e ex-secretário de Estado socialista Germano de Sousa - ex-bastonárioda Ordem dos MédicosCipriano Justo - médico e sindicalistaJacinto Simões - médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz Santinho Cunha - médico legistaVasco Lourenço- militar de AbrilPalma lnácio - ex-resistente antifascista
Professores, arquitectos, escritores, músicos e outros
José Júlio Gonçalves - ex-reitor da Universidade Moderna António de Sousa Lara - professor e ex-subsecretário de Estado da Cultura social democrata Lemos de Sousa - professor catedrático Jorge de Sá - professor e director da empresa de sondagens Aximage Fernando Condesso - professor José Manuel Fava - arquitecto e ex-sogro de José Sócrates Troufa Real - arquitecto José Jorge Letria - escritor Mário Zambujal - escritor José Fanha - escritor Fausto - cantor Carlos Alberto Moniz - cantor José Nuno Martins - apresentador Nicolau Breyner -actor Moita Flores - argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém Henrique Monteiro - director do jornal Expresso João Proença - secretário-geral da UGT
POSIÇÃO DA IGREJA PERANTE A MAÇONARIA
Por vezes pergunta-se entre nós o que é a Maçonaria e o porquê do antagonismo entre religião cristã e maçonaria e o motivo por que um cristão, designadamente um católico, não pode pertencer a associações maçónicas sem trair a sua Fé. É preciso saber que, mesmo quando a associação maçónica (cuja adesão é vinculativa) não professa declarado ateísmo ou agnosticismo, a sua concepção de um “Supremo arquitecto do Universo” não é compatível com a concepção cristã do Deus pessoal dos ensinamentos de Jesus Cristo que nos são transmitidos pela Igreja. Daí o esclarecimento da S. Congregação da Doutrina da Fé, com data de 26 de Novembro de 1982: – «Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão». «Separar a fé da vida concreta não é bom, nem para a fé, nem para a vida, pois é exactamente a Vida verdadeira que celebram na Ceia do Senhor.» «Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia, não pode ser mação, e se o for convictamente, não pode celebrar a eucaristia». – Cardeal-Patriarca, D. José Policarpo, in Nota Pastoral da Quaresma de 2005.
Nota pessoal do autor do blog ; Eu gostava de perceber, é qual a opinião do Cardeal D.José Policarpo em relação ao Papa Pio XIX ter sido maçon,tal como o é o Papa Ratzinger
Continuação;Aliás, escreve o maçom Manuel Borges Grainha, na sua História da Maçonaria em Portugal, editada em 1913, reeditada em português da edição francesa em 1976(Edit. Veja), na pág. 44: - «O Grande Arquitecto do Universo não é certamente o Jeová hebraico nem o Deus cristão: é a maneira filosófica de representar as forças criadoras e impulsivas da Natureza»
A. Rente - (GLRP) - Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará // e ex-homem forte das finanças do CDS “assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria”) Arguido no processo judicial Portucale. Alcides Guimarães - (GLRP) - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão Almeida Santos (ex-rninistro e ex-presidente do Parlamento) Amadeu Paiva (administrador da Unicre) António Arnaut, (PS) em 1978, ex-ministro dos Assuntos Sociais em 2002, assinava uma declaração de princípios que denunciava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica". António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação) António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor e ex-subsecretário de Estado da Cultura, social-democrata, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). António Delfim Oliveira Marques - (GLRP) - Assistente grande inspector / Egas Moniz António Lamego (advogado) António Pinto Pereira (advogado) António Reis, ex-deputado sodalista, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), António Vicente - (GLRP) - Grande arquivista e bibliotecário / Harmonia . António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), entretanto expulso do GOL. Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo. Arnaldo João (advogado da ex-EPUL). Arnaldo Matos - (GLRP)- Grande porta estandarte / Miramar Augusto Castro - (GLRP) - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson Benito Martinez - (GLRP)- Vice-grande capelão / Quinto Império Cal Gonçalves, (GLRP),antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues é maçon. O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa. Carlos Alberto Moniz (cantor) Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente) Carlos Zorrinho, ex- secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna e coordenador do Plano Tecnológico, entrou há pouco para o GOL.
Cipriano Justo (médico e sindicalista) Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados) Dias Baptista (líder do PS na autarquia/Lisboa) Edgar Gencsi - (GLRP)- Grande inspector / Miramar Emanuel Martins (líder do PS de Oeiras, apoiante de Isaltino de Morais na Câmara) Esmeraldo Mateus Vivas - (GLRP) - Segundo grande experto / Marquês de Pombal. Eugénio de Oliveira, coronel, [GOL] grão-mestre, (de 1996/02) que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde esteve Afonso Costa; defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL Fausto (cantor) Fausto Correia, - (PS) euro-deputado, outro histórico do Grande Oriente Lusitano; em 2000, no governo de Guterres, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Fernando Condesso (professor) Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina) Fernando Reino (diplomata jubilado) Francisco Queiroz - (GLRP) - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes. G. Ribeiro - (GLRP)- Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes. Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos. Outro elemento do GOL.) Gonçalo Velho (PS de Carnide) Guerra da Mata (advogado) H. Veiga - (GLRP) - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins Henrique Monteiro (director do jornal Expresso) I. Fonseca - (GLRP)- Vice-grande secretário / Norton de Matos Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras) PSD. J. A. Ferreira - (GLRP) - Grande correio-mor / Estrela do Manhã J. Ruah - (GLRP) - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues Jacinto Simões (médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz) João Cravinho (ex-ministro socialista das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), João Oliveira e Silva - (GLRP)- Grande inspector I Fernando Pessoa João Proença (secretário-geral da UGT)
João Soares (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), GOL, é um maçon sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado". Jorge Coelho - (ex-ministro socialista um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de Estado em 1997, Rui Pereira. Jorge de Sá (professor e director da empresa de sondagens Aximage) Jorge Silva Carvalho (chefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa - SIRP) Jorge Vilela Carvalho - (GLRP) - Assistente grande inspector I Astrolábio José António Barreiras (advogado) José Braga Gonçalves (membro da maçonaria da Casa do Sino; administrador da Universidade Moderna) José Coelho Antunes - (GLRP) - Grande secretário I Norton de Matos José Fanha (escritor) José Fernandes Fafe (diplomata) José Fernando d’Alte - (GLRP) - Vice-grande inspector / Almeida Garrett José Jorge Letria (escritor) José Júlio Gonçalves, (GLRP) ex-reitor da Universidade Moderna. José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, é director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.
José Manuel Fava (arquitecto e ex-sogro de José Sócrates) José Miguel Boquinhas (médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e exsecretário socialista de Estado da Saúde) maçon e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol. José Moreno - (GLRP) - Vice-grão-mestre / Mercúrio (social democrata, subdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças) José Nuno Martins (apresentador) José Oliveira Costa - (GLRP)- Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins. Júlio Meirinhos - (GLRP) - Vice-grão-mestre / Rigor L Homem - (GLRP) - Segunda grande vigilante / Conímbriga Lemos de Sousa (professor catedrático) Luís Fontoura, social democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão.
Luís Honrado Ramos - (GLRP) - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett . Luís Lopes - (GLRP) - Assistente de grão-mestre / Marquês de Pombal Luís Moitinho de Oliveira (advogado) . Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004, mestre da Loja Convergência. (Rito maçónico efectuado abusivamente na Capela mortuária da Basílica da Estrela ). Luís Pombo - (GLRP) - Segunda grande experto / Miramar Maldonado Gonelha (socialista, administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde) Manuel Cabido Mota - (GLRP) - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia Manuel Martins da Costa - (GLRP) - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal Manuel Pinto - (GLRP) - Grande organista / Porto do Graal - (advogado) Manuel Sacavém - (GLRP) - Grande inspector / Lusitânia Manuel Tavares Oliveira - (GLRP) - Vice-grande inspector / Anderson Mário Gil Damião da Silva - (GLRP) - Assistente de grande secretário I Norton de Matos Mário Martins Guia - (GLRP) - Grão-mestre / Norton de Matos – (escritor) Mário Máximo - (GLRP) - Grande orador / Nova Avalon Mário Zambujal (escritor) Miguel Almeida, social-democrata maçon, que terá sido o braço direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa. Miguel Cardina - (advogado) (GLRP) - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues. Miguel Coelho, líder da distrital do partido. Miguel de Almeida (deputado; ex-vereador social democrata do GOL) Moita Flores (argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém) Nandim de Carvalho ((ex-grão-mestre da GLRP) Nicolau Breyner (actor) Nuno Godinho Matos (advogado) Nuno Jordão - (GLRP) - Grande porta-espada I Nova luz Nuno Silva - (GLRP) - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa Oliveira Marques, (GLRP) historiador que morreu recentemente. Palma lnácio (ex-resistente antifacista) Paulo Albuquerque - (GLRP) - Assistente grande inspector / Lusitânia Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, Paulo Noguês - (GLRP) - Assistente de grão-mestre / Brasília - (especialista em marketing político e institucional).
R. Cruz - (GLRP) - Vice-segundo grande vigilante / Portus Calle. R. Lelé - (GLRP) - Assistente vice-grão-mestre moreno I Mestre Afonso Domingues. Ricardo da Velha (desembargador jubilado e ex-participante no programa televisivo O Juiz Decide). Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do PS, no executivo de Ant. Guterres) Rodrigo Santiago (advogado) Rosa do Egipto (recém nomeado administrador da EPUL). Rui Cunha, um maçon do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade. Rui Gomes da Silva (deputado e ex-ministro do PSD). Rui Paulo de Figueiredo (membro da oposição no PS / Lisboa / Loja Mercúrio) Rui Pereira, - um dos nomes mais fortes do GOL. Fez parte da Loja Convergência, participou na Reforma Penal e na presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico. Da Loja Luís Nunes de Almeida. Integra o Tribunal Constitucional. É o actual ministro da Administração Interna. Foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Foi secretário de estado da Admin. Interna. Santinho Cunha (médico legista) Troufa Real (arquitecto) Vasco Lourenço (militar de Abril) Vítor Gabão Veiga - (GLRP) - Grande hospitaleiro e esmoler / Soliditas Vítor Ramalho, deputado do PS e maçon assumido.
SENHORAS “MAÇANS” DA GRANDE LOJA FEMININA DE PORTUGAL
Ana Bela Pereira da Silva, presidente da Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias. * Helena Sanches Osório, jornalista já falecida, uma das fundadoras da GLFP. * Leonor Coutinho, mestre na Grande Loja Feminina de Portugal. Ex-secretária de Estado da Habitação do governo de António Guterres. * Maria Belo (psicanalista; militante socialista (PS); Grande Loja Feminina de Portugal fundada em 1983.
MULHERES VENDADAS
Se a solidariedade entre “irmãs” existe, eu nunca a vi."
Quem o afirma à SÁBADO é um membro da Grande Loja Feminina de Portugal (GLFP), a obediência maçónica criada em 1983, entre outras, pela psicanalista e militante socialista Maria Belo, numa antiga garagem com uma gruta por trás. Maria Belo e as "irmãs" - entre elas a já falecida jornalista Helena Sanches Osório decidiram chamar a essa primeira loja Unidade e Mátria. Tornou-se conhecida por ser muito rigorosa no cumprimento do ritual. "Lá, o segredo é mesmo a alma do negócio. No dia da minha iniciação, meteram-me num carro e andaram comigo a passear de olhos vendados para não imaginar sequer para onde ia. Elas levam a promoção do secretismo até ao ridículo e as figuras de topo guardam toda a informação para si. Se quiser saber nomes de outros elementos, não me dizem. Querem manter o poder", afirma o mesmo membro, que ainda hoje não convive bem com o facto de ter de dizer sempre uma palavra passe para entrar na sede da GLFP nem com a obrigatoriedade de terem de ser as candidatas à irmandade a confeccionar à mão o seu traje maçónico. "Disseram-me que tinha de ser eu a cosê-lo... Fui a casa da minha mãe e ela ajudou-me", diz. A sede da GLFP situa-se em Lisboa, junto ao Largo do Adamastor. Entre os seus membros estão Leonor Coutinho, ex-secretária de Estado da Habitação do governo de António Guterres, e Ana Bela Pereira da Silva, presidente da Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias.
– Flagrantes exemplos: o de um notável político, que frequentou, no Rodízio, o 4º. Cursilho de Cristandade de Lisboa, ( 9 a 12 /Jun.1961) – do género não será o único – e tal como o apoiar a imposição ditatorial do laicismo e comportamentos aberrantes (que em bom e tradicional português se designam por “deboche ”) a um povo culturalmente de raiz cristã e, eventualmente, assumindo as posições de grupos de pressão ad hoc para justificar decisões pouco ou nada claras de “laicidade” ( o caso da retirada de crucifixos das escolas, o condicionalismo da assistência religiosa nos hospitais… e não só). Aquela classificação, de “deboche ”, a fez, “mutatis mutandis”, perante as câmaras da televisão, em discurso público, na Madeira, na terceira semana de Agosto / 2007 Alberto João Jardim, presidente da Reg. Aut. da Madeira, em relação à homossexualidade e até ao facilitismo abortista, contra-valores que nos querem impor como se de gente civilizada fossem. Não lemos nada em letra de forma que o contradissesse. Claro, que haverá que considerar as honestas excepções de homens de recta consciência, para confirmar a regra. Coerentemente, não podem, cristãos, nomeadamente, cristãos católicos, ser fiéis a dois vínculos inconciliáveis... “servir a dois senhores” – um deles necessariamente será traído... Qual? – No caso vertente,
O Primeiro. Aquele que foi assumido no Baptismo e na profissão de Fé em nome da Trindade Divina, e no seguimento de Jesus Cristo, o Verbo de Deus, a Sua Humana Face. (“Os fiéis que pertencem a associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão” – S. Congr. para a Doutrina da Fé, 26.Nov.1982) “Um católico, consciente da sua Fé e que celebra a Eucaristia, não pode ser mação. E se o for convictamente, não pode celebrar a Eucaristia ” – Cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, Mensagem Quaresmal de 2005.
Por; António José Vilela e Fernando Esteves
Proximo capitulo e fim da serie - Portugal Maçónico 9
... Continuando a falar do Símbolo Maçónico Internacional ( S.M.I ) a Rama de Oliveira, Acácia ouBoloteira, chamo a atenção para este pormenor na C.M.Lisboa.
Varandim da CML
O que se destaca nestas janelas, é aquela viajada Senhora a que chamam de Liberdade que antes de chegar a Portugal, liderou a Revolução Francesa e que é hoje, um símbolo Americano de Liberdade(Estatua da Liberdade).
Esta Estatua, foi oferecida pela Maçonaria Francesa aos E.U.A por se terem tornado o 1º Estado Maçónico do Mundo.
As referencias Maçónicas ligadas a construção da Estatua da Liberdade, estão bem documentadas não só pelo seu criador, que era Maçon mas também pela loja Maçónica que financiou o projecto ( que inicialmente foi feita para figurar no canal do Suez mas foi rejeitada pelo governo local ) mas também pelas inscrições na pedra base da estatua que não deixam margem para duvidas que foi criação e oferta da Maçonaria Francesa.
Só que esta senhora não é a Liberdade…pois esta estatua foi criada para ser uma representação da Deusa Isís e nada mais que isso… seguindo a tradição da adoração Maçónica/ Illuminati aos Deuses do antigoEgipto, nomeadamente, Horus e Isís.
Como Já referi na parte ? antes da instauração da República a 5 de Outubro de 1910, o Selo Oficial Português tinha esta representação.
E como referi também, no lugar de perder a Coroamantendoo Brasão Nacional, ele foi adornado por diversos símbolos Maçónicos.
Selo Oficial Portugues
Estação barcos Sul e Sueste
As já referidas Ramas de Oliveira, as cores vermelho e verde da Bandeira da Carbonária das duas maiores lojas Maçónicas Portuguesas, o GOL e ao GLNP e também a Esfera Armilar que ao contrario do que se diz na infantil explicação da nossa bandeira nacional, não representa o mundo do ponto de vista dos Descobrimentos Portuguesas mas sim por ser um S.M.I que representa a ideia de Globalização e de uma Nova Ordem Mundial Maçónica.
O principio simbólico do Selo Oficial Português é, em tudo, igual ao logótipo da O.N.U uma vez que também este é formado pela coroa de Rama de Oliveira, circundando o globo, tal como falei no capitulo anterior.
Este símbolo, a Rama de Oliveira, é dos símbolos internacionalmente mais utilizados pela Maçonaria Contemporânea, o qual, sem que o observador saiba bem o porquê, transmite aquilo a que ele se associa, dando um ar de Oficialidade, de seriedade, qualidade e confiança, graças aos valores simbólicos propagados pela ilusão Maçónica nesta sociedade de consumo imediato, para o qual , em muito contribui as referencias católicas a Rama de Oliveira, se bem que a Maçonaria utilize na maioria das vezes, a representação do símbolo da Acácia.
Acácia
A planta símbolo por excelência da Maçonaria
Representa a segurança, a clareza, também a inocência e a pureza, a Acácia foi tida na antiguidade pelos Hebreus como arvore sagrada, daí a sua importância como símbolo Maçónico :.Os antigos costumavam simbolizar a virtude e outras qualidade da alma com diversas plantas.
A Acácia é inicialmente o símbolo da verdadeira iniciação para uma vida futura, uma ressurreição para uma vida futura.
Salazar e o Estado novo
Após a Maçonaria ter implementado a República, e a seguir a uma dictadura militar,o Prof Oliveira Salazaré nomeado após 3 mandatos como ministro das finanças para presidente do concelho de Estado.
Com a entrada deSalazar e o Estado Novo, muita informação foi e tem sido deturpada ou muito mal explicada. A história é nos contada da seguinte forma...
Para muitos Republicanos a Revolução de 28 de Maio representara um primeiro passo para a restauração da República.
O movimento não se repercute logo, directamente, na actividade Maçónica, até porque a liderança do regime passa para o General Óscar Carmona (Maçon) que é eleito Presidente da República em Abril de 1928, sendo alguns dos seus chefes Maçons, a Maçonaria teve até 1929 plena " liberdade de acção ", embora se começasse a sentir, gradualmente, o emergir de um aceso e virulento conservadorismo, apoiado pelas forças próximas da Igreja Católica, de há muito adversárias da Maçonaria e dos princípios defendidos pelos franco-maçons.
Em 19 de Janeiro de 1935, na recém-inaugurada Assembleia Nacional, o deputado José Cabral apresenta um projecto de lei proibindo todos os cidadãos portugueses de fazerem pare de associações secretas, sob pena de aplicação de penas várias que vão da pena de prisão ao desterro.
O projecto embora não o especifique dirige-se contra a Maçonaria.
O Grão-mestre General Norton de Matos decide escrever ao presidente da Assembleia NacionalDr. José Alberto dos Reis, ele próprio Maçom uma carta de protesto convidando a Assembleia da República a não aprovar o projecto.
Em de Fevereiro as forças " discretas " da Maçonaria, logram inverter a senha persecutória das novas autoridades. O projecto de lei que terá o número 2 e recebe parecer favorável da Câmara Corporativa em 27 de Março é votado favoravelmente e por unanimidade em 6 de Abril e a Ordem é banida (Lei nº 1901, de 21 de Maio de 1935"
Como consequência da Lei nº 1901, são emitidas a portaria de 21 de Janeiro de 1937 que dissolve formalmente o Grémio Lusitano ( associação profana que suporta do Grande Oriente) e a Lei nº 1950 que entrega os bens do Grémio Lusitano à Legião Portuguesa.
Muitas insígnias, objectos da colecção e documentos do Grémio são depositados na Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (futura PIDE).
Parte significativa dos arquivos Maçónicos seriam colocados a salvo sendo reinstalados após a Revoluçãode 1974 nas instalações do Grémio Lusitano, devolvidos á Maçonaria Portuguesa com a devolução da liberdade ao povo português.
Mas há aqui qualquer coisa estranha e mal contada no meio disto tudo...
A pergunta que se faz é,...sendo o "" General Óscar Carmona (Maçon) que é eleito Presidente da República em Abril de 1928 e sendo alguns dos seus chefes Maçons "" e sendo também "" presidente da Assembleia Nacional Dr. José Alberto dos Reis, ele próprio Maçom " como é que surge a ideia de se criar " um projecto de lei proibindo todos os cidadãos portugueses de fazerem pare de associações secretas, sob pena de aplicação de penas várias que vão da pena de prisão ao desterro."...
Algo não faz sentido nisto... ...e não faz porque tal como o Magistrado e investigador da Universidade de Lisboa, Costa Pimenta defende, aos 53 anos, que António Oliveira Salazarera membro da Maçonaria, tal como quase todas as figuras de relevo do Estado Novo.
Para isso, analisou vasta documentação, recorrendo à prova pericial ou científica, para produzir um livro que coloca em questão muitos dos mitos criados em torno da figura de Salazar.
Vale a pena citar um eminente historiador Portuguêse poderoso maçon, o Prof. Oliveira Marques: "A Maçonaria de qualquer país acha-se organizada como um Estado dentro do Estado. Tem a sua Constituição, a sua lei penal, o seu código de costumes, as suas finanças, a sua lei internacional até" Note-se que nada disto se situa no domínio das teorias da conspiração; na verdade, a Maçonariafaz parte da estrutura interna dos Estados modernos. Especificamente quanto a Portugal, escreve o mesmo Oliveira Marques: "Estudar a Maçonaria do nosso país é o mesmo que estudar a História de Portugal, pelo menos a partir de 1817".Muitos países foram, aliás, fundados por Maçons. O caso mais flagrante é o dos EUA.
Há várias noções de Maçonaria, "A Maçonaria é um sistema militar universal de ensino e de governo do Homem pelo Homem, que tem por base a doutrina de Deus, Pátria e Família". Quanto aos propósitos da Maçonaria, o preâmbulo da Constituição de Berlim, que institui a Alta Maçonaria ou Maçonaria dos Altos Graus, afirma que esta "sociedade tem por objecto a união, a felicidade, o progresso e o bem-estar da família humana". Em Portugal, são conhecidas agremiações Maçónicasdesde finais do século XVIII, mas há quem afirme convictamente que o próprio país foi fundado pela Maçonaria, sendo o rei D. Afonso Henriques Maçon templário.
A História regista casos de dupla pertença. Pelo que se tem observado, até se pode ser Cardeal ou Papa e maçon - o papa Pio IX era católico e maçon. Cá em Portugal, o cardeal Saraiva era católico e maçon ... até chegou a Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano.
Admitindo que Salazar tenha sido Maçon, quando é que ocorreu esse afastamento e porquê? Como é que Salazar poderia ter integrado uma organização que acolheu dos mais fervorosos Republicanos e ferozes opositores ao Estado Novo?
Esse afastamento de Salazar relativamente a "Roma" deu-se em 1914, tinha ele 25 anos.
Desde então Salazar jamais se confessou ou comungou. Salazartornou-se Maçon cerca de 20 antes do advento do Estado Novo, com cuja existência então ninguém sonhava. O Estado Novo, corporativo, é o Estado maçónico no seu auge. Todos os presidentes da República, todos os presidentes da Assembleia Nacional, todos os comandantes militares, todos os procuradores-gerais da República, todos os presidentes do Supremo Tribunal de Justiça, todos os presidentes do Supremo Tribunal Administrativos, todos os presidentes do Tribunal da Relação, todos os governadores civis, todos os directores das polícias, todos os directores da RTP eram maçons. A História não regista a prisão de nenhum opositor do Estado Novo por ser Maçon. Claro que havia opositores de Salazar que eram Maçons, sendo o mais conhecido o GeneralHumberto Delgado.
Quando é que Salazar aderiu à Maçonaria e a que Loja? Quem é que o convidou? Salazar foi iniciado Maçon na Loja Revolta n.º 336, em Coimbra, em 1914, no fim do seu curso de Direito, tendo adoptado o nome simbólico de Pombal. A Loja Revolta, onde se iniciaria também, por exemplo, Vitorino Nemésio, fora fundada por Bissaya Barreto, em 1909, e foi a convite dele que Salazarlá foi iniciado. Sem qualquer surpresa, a Loja maçónica Revolta jamais "abateu colunas" (nunca fechou), tendo continuado a sua actividade, serena e ininterruptamente, sem inquietação alguma, durante todo o período da Ditadura e do Estado Novo até hoje.
Salazar apenas fez o que Hitler também fez,ciente do poder que a maçonaria tem dentro dos estados,tratou de aniquilar qualquer tipo de poder que mais cedo ou mais tarde lhe pudesse ser adverso e para se chegar a esta conclusão basta fazer um pequeno exercicio que muitas pessoas deixaram de fazer hoje em dia que é...pensar pla própria cabeçae não aceitar todos os factos que nos querem impingir,como verdades absolutas.
Ora se a Maçonaria tinha feito cair a Monarquia, que tinha poder secular,como não eliminaria, um governante que até foram eles que o levaram ao poder!
Salazar e Franco
Como sublinha Arthur Edwar Waite, a história da Maçonaria no século XX, é em grande parte a história da supressão da Ordem Maçónica nas modernas ditaduras sob Mussolini, Adolf Hitler, sob jugo comunista, e sob Franco em Espanha e Salazar em Portugal...mas todos eles,pertenciam a essas ordens efectivamente.
Para analizarem todo este assunto que rodeia se Salazar era ou não Maçon,aconcelho a leitura ( não muito facil de encontrar por razões óbvias) de...